23 de dez de 2009

Z/L News: Maior papai noel do país está na Mooca!


ho, ho, ho... cazzo

Não só está na Mooca, como, melhor ainda, na frente do cervejazul!


O dono do local e os músicos que costumam se apresentar por lá estão com a previsão de 0% no aumento dos frequentadores, já que o lugar vai ficar fechado nas festas de final de ano.

21 de dez de 2009

Mistério


Nem tô afim de entrar com um processo na PUC para avisá-los que o Julio me deu 9,5 no TCC. Seja lá quem errou e postou errado: meus sinceros agradecimentos.

NOVIDADES PARA 2010!


Não perca nos primeiros meses de 2010! Novidade na área! TROFÉU OMBUDSMAN ESPECIAL 3 ANOS com os melhores de todos os tempos! THE SPOTTACIOS, série inédita produzida no principado de Sorocaba!

20 de dez de 2009

Feliz Natal, seus nerds!




É Natal mais uma vez, época de paz, alegria, união e daquele seu tio bêbado enchendo seu saco na hora da ceia. Saiba como nasceu essa celebração que une os homens em fraternidade e manguaça ao redor do globo, contada pelo Fantasma Cibernético do Natal Passado:

"Há milhares de anos, antes do aparecimento do homem como nós conhecemos, havia o senhor Papai de Noel. Uma macaca com cara de bicha barbuda que fazia brinquedos vagabundos e inúteis com ossos de dinossauros e sobras de comida e atirava em criaturas parecidas com chimpanzés com mão cagadas de cocô. Um bando de pederastas com mãos peludas. E esses supostos brinquedos eram enterrados como bruxas, e cagavam neles. E eram jogados em predadores que eram acordados pelos gritos insuportáveis dos mais novos. Foi um natal de merda aquele ano, porque teve gente que morreu pra dedéu.

Uma raça hostil de gnomos do planeta vermelho aterrisou na Terra coberta de gelo e foi imediatamente escravizada pelo não-evoluído Papai Macaco e obrigada a fazer seus brinquedos confusos usando a tecnologia galática de gnomos. Uma viadagem qualquer que inventaram lá. Os brinquedos passaram a ter uma forma conhecidos e receberam nomes como: trem.

Mas esses brinquedos também eram jogados em predadores, e cagavam neles, porque eram uns merdas. O natal continuava, com o perdão da má palavra, uma grande bosta. Há milhares de anos o gelo havia tornado a Terra inavegével.

O Papai Macaco não sabia o que era pólo norte. Como é que ia saber? Burro pra cacete. Ele nasceu antes da ciência existir. Então, na cagada, ele montou sua oficina aqui. Muito antes de se sindicalizarem. E o Natal era comemorado a cada lua cheia, diante da imagem da bichona, o grande Macaco Vermelho."

14 de dez de 2009

Um brinde à falta de transparência da FUVEST

Na última terça-feira (8/12), recebi com felicidade a notícia de que a nota de corte do curso de medicina havia caído para 74 pontos – em 2008, o corte foi 77. Felicidade porque minha irmã, que acertou 72 questões no vestibular realizado no último mês de novembro, conseguiria a vaga para disputar a segunda fase do concorrido curso de medicina da USP.

Antes que alguém estranhe minha matemática, devo esclarecer que além dos 72 pontos (ou questões) conseguidos, minha irmã teria acrescido 6% em sua nota por ter estudado o ensino médio inteiro numa escola pública, e mais alguns pontos devido a seu desempenho no Programa de Avaliação Seriada da Universidade de São Paulo (Pasusp), em 2008. Descontado o bônus do Pasusp, que eu confesso não saber calcular, minha irmã alcançaria 76,32 pontos, suficientes para a realização da segunda fase.

Acontece que a Fuvest divulgou nesta segunda-feira (14/12) a lista com os nomes dos aprovados para a segunda fase do vestibular, que vai acontecer na primeira semana de janeiro de 2010. Para minha surpresa e desolamento de minha mãe, o nome de minha irmã não estava lá.

Tenho algumas pistas para o ocorrido. 1) Minha irmã pode ter passado as questões erradas para o gabarito. 2) Ela pode ter se enganado na correção da prova. Estou consciente de que algo do tipo pode ter acontecido.

Contudo, salta aos olhos uma atitude no mínimo estranha da Fuvest, que é o fato de não liberarem os pontos atingidos na primeira fase. É uma falta de transparência e respeito ao vestibulando sem igual. Eu não teria dúvidas da lisura do vestibular caso pudesse encontrar no site da fundação um link com o desempenho individual de minha irmã, mostrando quantas questões ela acertou oficialmente e por quantos pontos ela ficou de ir para a segunda fase.

Não bastasse o processo desumano do vestibular, em especial para um curso de medicina, e a brutal desigualdade entre aqueles que têm condições financeiras para pagar um colégio privado e aqueles que têm como consolo a precariedade de uma escola pública – um processo no qual gente com condição de pagar universidades toma o lugar de quem só poderia estudar numa instituição pública como a USP – vemos numa situação em que o maior vestibular do país flerta com o obscurantismo e a falta de transparência.

É simplesmente lamentável.

Deixo este texto como forma de protesto à estrutura do vestibular da USP e a todos os outros vestibulares, que insistem em reproduzir a lógica capitalista, o darwinismo social descarado, o esquizofrênico conceito de meritocracia presentes nos vestibulares Brasil afora. Protesto, em especial, contra a falta de transparência da Fuvest.

Declaro aqui minha desconfiança. A lisura do vestibular está sob suspeita. Desfazer esta desconfiança me parece simples. Basta a Fuvest liberar o desempenho de cada estudantes no vestibular. Terão coragem? Ou existe alguma maracutaia engendrada para favorecer alguém?

Como cidadão, exijo transparência!

No frigir dos ovos, meu voto é pelo fim dos vestibulares!

13 de dez de 2009

EM NOVA FASE, MASP DIALOGA COM GRAFITE E EXPÕE ARTE DE RUA

Fora do espaço de onde costumam partir - as ruas -, mas de maneira alguma distantes do ambiente urbano, as obras que compõem a exposição “De dentro para Fora, De Fora para Dentro” parecem não pertencer a lugar algum especificamente. Quando expostos no subsolo do Masp (Museu de Arte de São Paulo), os grafites “lá de fora” encontram outros suportes para sobreviverem “dentro” do espaço do museu.

Mostrar que o “grafiteiro” que utiliza o contexto urbano como suporte para seu trabalho é, também, o artista que expõe telas e instalações dentro dos limites de um museu, é o principal mote da exposição. Aproximadamente 1500 m2 da galeria subterrânea do Masp foram tomados por obras de Ramon Martins, Titi Freak, Carlos Dias, Stephan Doitschinoff, Zezão e Daniel Melim, cujas referências se relacionam com a cultura pop, o hip hop, o punk etc. Livres do rótulo de “grafiteiros”, os artistas mostram que, tanto o espaço público das cidades, quanto as galerias de arte, são ambientes capazes de receber novas formas de intervenção artística.

Em entrevista à reportagem do Androceu, Baixo Ribeiro, dono da galeria Choque Cultural – representante dos seis artistas – e um dos curadores da exposição, afirmou que muitos críticos de arte ainda não entendem a proposta e acabam reduzindo a exposição a “grafiteiros no Masp”. “Fazer grafite é trabalhar na cidade, no espaço público, mas o artista usa o suporte que quiser”. E em “De Dentro para Fora...” o que ocorre é isto mesmo. O contexto urbano acaba não entrando no museu, mas sim o artista e sua arte. “O nosso interesse foi recepcionar o público com um trabalho novo, envolvente, porém é uma exposição de pintura, quase crua, mas com muita emoção”, explica Baixo.

A falta de artifícios, no entanto, permite com que as obras ganhem uma autonomia com relação ao espaço que as abriga. Segundo baixo, a música foi descartada, pois com ela as pessoas tendem a se sensibilizar facilmente, diferente da pintura, que é “mais sofisticada e sugestiva”. Exemplos são os painéis de Ramon Martins, com referências ao psicodelismo. Em um deles, a pintura “vaza” do mural e escorre pelo chão, manchando com inúmeras cores o cimento do pavilhão. Já Stephan Doitschinoff usa o spray para opor o sagrado e o profano, em uma instalação que dificilmente veríamos na rua.

Mas, após o último dia de exposição, os grandes painéis, cerca de 17, serão apagados, intencionalmente. De acordo com os curadores, a efemeridade desses trabalhos é justamente para fazer com que as pessoas visitem a exposição. “Só a presença permite ao visitante sentir o que o artista fez, como em um show ao vivo”, afirma Baixo.

Serviço

DE DENTRO PARA FORA, DE FORA PARA DENTRO


Onde: Masp – Museu de Arte de São Paulo (av. Paulista, 1.578, telefone: (11) 3251-5644) Quanto: 15 reais (meia: 7 reais)
Quando: de ter. a dom., das 11h às 18h, e qui., das 11h às 20h; até 5/2

11 de dez de 2009

Meu Samba da Benção ou Carta ao Androceu 09

Tenho muito orgulho de meus amigos de PUC com os quais convivi nos últimos quatro anos. Tenho mais orgulho ainda da sorte que tive em encontrar pessoas que fossem, acima de qualquer outra virtude, humanas. Lamento apenas não ter conhecido cada um deles da mesma forma que conheci outros tantos que vieram a se tornar meus colegas por tanto tempo, pessoas com as quais estive durante praticamente todos os dias até hoje. Temo me distanciar desses seres comédias e inteligentes que como eu serão jornalistas e que, a maioria deles sem dúvida, estão meio perdidões sem saber para onde correr.

No final, vai ficar tudo bem. Todo mundo um dia se ajeita, quanto a isso não tenho dúvidas. Na impossibilidade de falar sobre todos, falo sobre esses que compuseram um Blog que significou muito mais que apenas um local para postar textos. Esse Androceu, que é apenas um pontinho praticamente inexistente fora de nossos domínios puquianos, significou muito para todos nós. Não uso o passado para mais uma de minhas piadas “nostradamianas” sobre seu fim, mas fico tranquilo ao dizer que com o final da faculdade tudo será diferente por aqui. Isso não é algo ruim de se imaginar, afinal ele foi criado pela nossa união na Universidade, com o final dela talvez haja mesmo um sentimento de que ele será jogado para escanteio frente a nossas responsabilidades. Mas aproveito esse espaço para pregar (pela primeira vez, assumo, mas dessa vez falando sério) uma perspectiva otimista sobre a relação que talvez tenhamos daqui em diante.

Quando me mudei para São Paulo e estive distante de minhas raízes sorocabanas, percebi, refleti sobre minhas origens, pela primeira vez ser sorocabano era algo exótico. Esse reflexão me levou a valorizar muito as nostalgias de meu passado, a valorizar tudo aquilo que abdiquei para apostar em um sonho de ser alguém além dos limites de minha cidade. Sinto que essa ligação pode acontecer com nós e espero sinceramente que ela não seja ligada apenas à figura deste Blog Androceu. Amigos que na PUC encontrei serão figuras que para mim não morrerão com o final da faculdade: espero que exatamente com o fim dela, nossas relações sejam estreitadas.

Daqui em diante poderemos seguir carreiras fantásticas, vejo que todos provaram nos TCC's que algo que não falta é talento e criatividade. O Alan, analisando em ordem alfabética, fez um trabalho extremamente racional e certeiro, próximo do perfeccionismo que estamos acostumados a ver nele. Um trabalho muito bom, inegavelmente. O Bruno dispensa comentários, afinal só o Eugênio e o Arbex estavam em sua banca e disseram que era uma tese de mestrado (parabéns também a Eli, que isso fique claro, óbvio). O Gustavo fez uma viagem para a Bósnia para também fazer um trabalho que levou 10 e não foi à toa (estou curiosíssimo para lê-lo, Guss). O Joãozinho e o Marião provaram de fato que a PUC faz a diferença e fizeram um documentário fantástico, o qual tive o prazer de assistir pessoalmente (às vezes parece pouco para nós que fazemos, mas para quem assiste foi um trabalho riquíssimo de todos os pontos de vista, formidável como disse E. Suplicy). O Luiz foi com a cara e a coragem para pegar a estrada com um caminhoneiro e também escrever um trabalho maravilhoso, que me desperta muita curiosidade – a pauta também foi muito boa). O Max fez um dos vídeos mais engraçados que assisti na minha vida, uma criatividade que merece aplausos (não se preocupe, ami-go, se o Wainer é um chato e não gosta de humor de qualidade aliado a um programa super leve – você, ao lado da Renata, ficarão ricos um dia com um programa desses). Eu fui o primeiro a quebrar a invencibilidade de 10 aí da turma, mal aí pessoal). E por fim o Tavião, que também teve coragem de sobra para falar sobre um tema que é mal visto na PUC pelo conservadorismo imbecil de alguns sujeitos (e chamar o Darth Walter pra banca foi a atitude mais roots e androcêutica da História – merece 10 com louvor).

Não me esquecerei também de André e Paulinha, membros novos aos quais peço um Samba da Benção e um parabéns imenso (criatividade aliada a coragem e qualidade – trabalhos de primeira). Enfim, o que quero dizer com tudo isso é que não devemos nos perder, pessoal. Conseguimos manter uma amizade que não é qualquer um que consegue não. Amadurecemos todos e conseguimos unir nossas forças para fazer um curso que ultrapassou as barreiras do aspecto técnico: nos ajudamos para nos fazermos jornalistas. Isso não há boleto que pague. Desejo que todos se deem muito bem, encham o cu de dinheiro ou simplesmente façam aquilo que lhes dê prazer nessa profissão tão cheia de leques e tão escassa em oportunidades. Que nós não percamos o contato e façamos pelo menos uma reuniãozinha mensal para colocarmos o papo em dia. Que a formatura signifique apenas a primeira das festas que iremos fazer juntos. Enfim, Saravá para todos.

Eu por exemplo, o capitão do mato, Carlos Massarico
Poeta e diplomata, o jornalista mais PUC do Brasil
Na linha direta de São Guimarães Max, saravá!
A benção, André Cintra,
o mais criativo e inovador dos jornalistas jovens que conheço
A benção, Alan Mariasch,
tu que cuidaste dos conflitos esquecidos da África
A benção, Bruno de Pierro,
gênio contemporâneo e candidato a Habermas brasileiro
A benção, Gustavo Silva,
guerreiro bósnio que há de vibrar guitarras e jornais
A benção, João Caldeira,
menino parceiro de risadas, cigarros e de todos os momentos
A benção, Luiz Mendes,
politicamente incorreto na inteligência mais sublime da política
A benção, Mario Bucci,
sabe-tudo no melhor sentido que brilha muito na San Fran
A benção, Max Fischer,
Guimarães, mito eterno da Comfil, parceiro e amigo querido
A benção, Otávio Silvares,
capitão do mato como eu que desbrava a capital
A benção, Thomas Pacheco,
companheiro de bares, jogos e parceiro cem por cento
Ó minha PUC de todos os santos
Inclusive meu São Bento
Saravá! A benção que vou partir
Eu vou ter que dizer adeus...

Porque o Carlitos nasceu lá como Ombudsman
E se hoje ele é puquiano na poesia,
Ele é androcêutico demais no coração.

Porque o Androceu é pobreza que balança
E a pobreza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais pobre não!

Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão

Uma singela homenagem a todos os que, assim como eu, fizeram seu tcc em vídeo.

9 de dez de 2009

Morre o apresentador e ex-deputado Luiz Carlos Alborghetti

Apresentador morreu em casa, de acordo com assessor.
Velório deve ocorrer na Assembleia Legislativa do Paraná.



09/12/09 - 16h04 - Atualizado em 09/12/09 - 16h35
Do G1, em São Paulo

Morreu nesta quarta-feira (9) o apresentador e ex-deputado estadual paranaense Luiz Carlos Alborghetti, informou o assessor Ricardo Alexandre Mianes. De acordo com ele, Alborghetti estava com câncer de pulmão e morreu em casa, em Curitiba, por volta das 13h.



O apresentador do extinto programa policial "Cadeia", da CNT, descobriu a doença em março e, logo depois, começou o tratamento. Segundo o assessor, ele tinha 64 anos, nasceu em Andradina (SP) e morava há 22 na capital paranaense. Depois de ficar internado em hospitais de Curitiba, ele passou a receber acompanhamento médico em sua residência. Alborghetti morava com a esposa, Maria Auxiliadora, e uma filha.



Alborghetti foi deputado estadual por 16 anos, além de vereador por cinco anos na cidade de Londrina. Alborghetti foi apresentador por 30 anos de programas de rádio, na TV e na internet. Trabalhou nas emissoras CNT e na RIP TV, afiliada da Rede Record. Até iniciar o tratamento da doença, em março deste ano, ele apresentava um programa na Rádio Colombo.



O apresentador de programas policiais ficou famoso por frases polêmicas, como "Cadeia neles!", "Tá no colo do capeta", quando se referia a morte de criminosos, ou ainda "bandido bom é bandido morto".



Alborghetti foi um dos responsáveis por lançar o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, que trabalhava como um dos repórteres policiais do programa "Cadeia". A assessoria de Ratinho divulgou um comunicado sobre a morte. "A grande obra do Alborghetti em vida foi a assistência social e o que fica é o grande número de pessoas que ele ajudou através dos seus programas de TV e rádio."



Polêmico

Há cerca de dois anos, Alborghetti apresentava o programa “Cadeia Alborghetti”, de segunda a sexta, na Rádio Colombo. Segundo Rosaldo Pereira, editor de jornalismo da rádio, Alborghetti se afastou do trabalho há alguns meses para se dedicar ao tratamento.



Segundo Pereira, em outubro, os dois conversaram, e o radialista afirmou que logo voltaria ao trabalho e que estava bem. “Era uma pessoa maravilhosa, muito alegre, bem disposto. Se alguém estava chateado ele cutucava, brincava. Uma alma maravilhosa.”

“Ele fez o que tinha que fazer na época dele, com os termos que usava, os palavrões que falava, tentava expressar o que sentia no momento. É uma perda muito grande.”



fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1409247-7084,00-MORRE+O+APRESENTADOR+E+EXDEPUTADO+LUIZ+CARLOS+ALBORGHETTI.html

5 de dez de 2009

Como o ..... pede uma cerveja.

"Um país não pode ser um país de verdade senão tiver ao menos uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver uma equipe do futebol, ou armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja."
Frank Zappa


Image a cena. Você está fazendo uma reportagem em Budapeste e quer tomar uma cerveja. A menos que você tenha sorte de achar algum garçon que entenda inglês você terá que pedir na língua do lugar. Pensando nisso selecionamos a frase mais dita entre jornalistas com menos de 30 anos ao redor do mundo em várias línguas: "Garçon, uma cerveja, por favor".

Com a ajuda de @priscilaplo

Africâner: A beer, ah-suh-bleef!
Alemão: Un beer, ahls-yer-bleeft!
Alemão: Ein Bier, bitte!
Árabe: Waheed beera, meen fadleek!
Basco: Garagardo bat, mesedez!
Bengali: Eka handoiya, doya koray!
Búlgaro Edna beerra, molya!
Catalão: Una cervesa, si us plau!
Checo: Pee-vo, pro-seem!
Cheyenne (língua dos índios norte-americano): Nok hee-sevo-tamah-peh, mas-eh-met-ah-no!
Chinês: Ching gay woh ee bay pee joh!
Coreiano : Mayk-joo hahn-jahn, joo-se-yoh!
Croata: Yed-no pee-vo, mo-lim!
Curdo: Dan min yek bire!
Egípcio: Wekha henqet!
Esloveno: Eno pee-vo, pro-seem!
Espanhol: Una cerveza, por favor!
Esperanto: Unu bieron, mi petas!
Finlandês: O-loot moolek kee-tos!
Francês Une bière, s'il vous plait!
Grego: Mee-a beer-a paraka-loh!
Húngaro: Edj pohar shurt kayrek!
Inglês americano: Brewski here, please!
Irlandês: Byohr awoyn, lyeh doh hull!
Italiano: Una birra, per favore!
Japonês: Bee-ru ip-pon, ku-da-sai!
Lakota (Sioux) Wan-jee m'nee-pee-gah, ee-yo-kee-pee!
Lituano Pra-shau vie-na, al-lows!
Noroegues: Ehn url, tahk!
Português: Uma cerveja, por favor!
Romano antigo (vai saber...): Oh beh-reh ver rohg!
Turco: Beer beer-ah, luht-fen!

3 de dez de 2009

Quatro anos depois

Ninguém melhor que Galvão Bueno para narrar esse momento de nossas vidas.
A faculdade acabou.


O Triste Fim de Corlas Mossiraca

(Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros)

Corlas Missoraca era um jornalista exemplar. Um cidadão que estava acima de qualquer suspeita. Recém formadoem uma profissão da qual tinha muito orgulho, ele iniciou uma busca pelo mercado de trabalho, mas ainda sem saber ao certo seu destino. Carregava debaixo do braço um documento que tratava como uma verdadeira Bíblia profissional, o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (ou o popular Código dos Subversivos).

Pereirinha, um gestor de um grande jornal da metrópole de Soa Poula não sabia disso e deu a es-se rapaz com aparência inocente uma oportunidade nos obituários. “Esse pivete se enquadra perfeitamente em nossa linha editorial! Logo, logo vai escrever só o que queremos! Ah, já estava me esquecendo que hoje é o dia de soltar aquele release da empresa do Nogueira na capa!”, dizia contente o chefe de redação, em uma tarde como todas as outras de sua vida.

Quando soube da editoria que trabalharia, Corlas ficou muito triste. Não queria escrever sobre os mortos e para resolver seu problema, tratou de chamar seu chefe logo no segundo dia de batente para uma reunião. Na redação, todos riam muito de Corlas, mas relutante, ele insistiu em seu desejo de conversar com o temido Pereirinha.

- Chefe, é o seguinte, quero fazer algo no jornal que permita o acesso por parte da população de informações de relevante interesse! Prometo que farei isso sempre escrevendo as matérias de maneira precisa e correta, sempre checando a veracidade dos fatos.

- Está ficando maluco, moleque? Está querendo me impôr o que vai fazer por aqui?

- Não, senhor, quero apenas ter a liberdade de imprensa, a qual tenho direito, para que concretize meu compromisso com a responsabilidade social, inerente à minha promissão!

Confuso, Pereirinha começou a sorrir e disse:

- Está bem, está bem. Vejo que é um funcionário exemplar, caro Carlos... - dizia ele até que foi interrompido pelo audacioso menino.

- Corlas, senhor. Corlas.

- Sim, Carlos, Corlas, foda-se. Enfim, vou transferi-lo para a editoria de Celebridades, certo? Agora suma daqui antes que eu me canse de você.

No dia seguinte, Corlas estava mais feliz, mas logo se deparou com mais um problema quando escrevia sobre um romance entre Reinaldo Gianequiini (foda-se o nome desse maluco) e Rixarlison (outro foda-se). Todos diziam que ele tinha dado um grande furo e Pereirinha, que tudo ouvia, disse muito contente:

- Tomei, como sempre, a decisão correta ao transferi-lo. Esse menino é um talento! Mas para essa matéria ficar perfeita, vamos escandalizar! Diga-me quem foi sua fonte, Carlos.

- Corlas, porra! (Não, ele não disse isso – volta a fita). Corlas, senhor. Corlas. Mas não posso dizer, é direito do jornalista resguardar o sigilo da fonte.

- Diga logo, porra!

- Não posso senhor. E lembre-se que é meu dever me opor ao arbítrio, ao autoritarismo e a opressão, bem como defender princípios expressos na Declaração... - falava ele, cortado sumariamente pelo Pereirinha, que já estava ficando ainda mais puto da sua cara.

- Olha, pivete, eu só não te demito agora porque vai me custar mais que deixá-lo cobrindo o que há de menos importante em um jornal: o futebol. Vá com os boêmios vagabundos, vá.

Lá se foi mais uma vez o menino Corlas. Pensou que teria paz enfim, dado em vista que o futebol era a coisa mais importante dentre as menos importantes apenas. Foi então que um telefone veio infelizmente a tocar e ele puxou a ligação. Era Marreco, presidente da TODOPEPE, a temida Torcida Organizada Dois Pé do Peito.

- Aè, maluco, firrrmeza? Tô ligano pa avisá que nóis da TODOPEPE vai apavorá no Poco contra os carrrnero, Vai tê porradaria federal, mano. Pesca aí a data!

Novamente infelizmente o telefone dele estava no viva-voz e todos na redação ouviram aquilo Ficaram chocados e disseram:

- Porra, meu, onde você senta vem pauta quente!

Mas Corlas respondeu:

- Não posso usar o Jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime! Além do que também estaria expondo pessoas ameaçadas, exploradas e sob risco de vida!

- Tá louco? Usa essa pauta pra subir na vida, rapaz!

Apesar do incentivo, Corlas disse:

- Valer-se da condição de jornalista para obter vantagem pessoal é contra minha conduta! A opinião manifestada em meios de informação deve ser exercida com responsabilidade!

Pereirinha, que tudo ouvia, ficou vermelho de raiva e estava prestes a gritar algo do tipo:

- Suma daqui, seu leproso desgraçado! Vá tomar no meio do seu cu lá na casa do caralho!

Porém foi interrompido por um alto falante que soava por toda a redação. Era a turma do Sindicato mostrando que o jornal estava em greve. Só não entraram com a kombi porque ela só pegava em terceira marcha e seria difícil demais subir as escadarias do prédio com ela.

- Companheiros e companheiras do jornal Falho do Estoda de Soa Poula! Estamos em greve pelos direitos dos jornalistas oprimidos e escravizados (...) e lutaremos pelos nossos direitos!

Corlas ficou radiante, era sua primeira greve logo no segundo dia de trabalho e logo estava ao lado de novos companheiros, afinal:

- É meu dever respeitar as entidades representativas e democráticas da categoria!

Pereirinha, agora mais que puto da vida, gritou para que todos pudessem ouvir (e sem alto falante nenhum):

- Você é um lixo! Onde estava com a cabeça quando te contratei?

Corlas ainda sem notar a gravidade da situação, permitiu o direito pleno a liberdade de expressão de seu chefe (ouviu com o cu na mão todas as merdas que o velho tinha para dizer) e guardou o seu maior golpe para o final:

- Tenho o direito de denunciar as práticas de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza. Vou encaixá-lo na de qualquer outra natureza hein, chefe!

Corlas vestiria sua camisa do MST-PSTU-MYKWST, mas não antes de ser chutado da redação.

Enfim, Corlas Missoraca era um jornalista exemplar, seguia a risca todos os artigos do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Isso até ele ter que aceitar trabalho remunerado em desacordo com piso e carga horária fixados pela entidade da classe. Seu motivo foi a necessidade de subsistência por razão famélica. Mas depois ele se daria bem. Atualmente dá aulas na Pantofácia Unavirsededa Cotílaca de Soa Poula, ao lado de sua companheira Rechal Belsolabra.

1 de dez de 2009

espaço musical brasileiro: Hermeto

Para mim Hermeto Paschoal é o segundo maior músico brasileiro de todos os tempos. Perde para um mestre sem igual, unânime: Heitor Villa-Lobos. Claro, tudo em minha modesta opinião. Quem acha que é Tom Jobim, João Gilberto, Chico Buarque ou quem quer que seja, também estaria com toda a razão. Mas para mim Hermeto é alguém em meu imaginário como um senhor capaz de não apenas fazer som com tudo e sim música com tudo.

Imagine um cigarro e um tubo da pasta de dentes. Pode crer que se você lançar o desafio para esse fantástico músico, você deve sair perdendo. Tudo bem, tudo bem, acho que chutei o balde, eu penso em um primeiro momento. Mas no fundo é bem capaz que ele se saia muito bem dessa cilada. Para muitos um loucão, um desconhecido. Quantas vezes não ouvi de alguns amigos musicais que aqui no Brasil Hermeto pode não ser um herói digno de honras e mais honras, mas no exterior, ele é mais que adorado por sua musicalidade intrínseca.

Nascido em Lagoa da Canoa, o alagoano é para mim o maior instrumentista depois de Villa-Lobos não somente por quesitos óbvios como genialidade, virtuosidade, composições espetaculares e entre outros: ele é um multinstrumentista de primeiríssima qualidade. Acordeão, flauta, piano, saxofone, trompete, bombardino, escaleta, violão, viola, garrafa de vidro, isqueiro, máquina de lavar roupas, além de mil instrumentos mais. Sua história simplesmente fascina. Ficaria horas falando sobre suas primeiras inspirações com todo tipo de objeto que virava música em suas mãos, mas prefiro dar as dicas musicais de uma vez. Se carrego um projeto ambicioso para o ano que vem, certamente é o de escutar sua vasta obra em estúdio.

Cronologicamente, já ouvi todo o cd Quarteto Novo, grupo que reuniu além de Hermeto, Theo de Barros, Heraldo Monte e Airto Moreira. Só gente de primeiro escalão. Diz a lenda que foi um grupo formado para acompanhar Geraldo Vandré e isso tem grandes chances de ser mesmo verdade, mas quero ainda assistir ao Mosaicos da TV Cultura para comprovar essa suspeita. Em 1967 gravariam eles um álbum instrumental que levava o mesmo nome do grupo. Perfeito e ponto final. Já em 1973 viria A Música Livre de Hermeto Paschoal. Na ponta dela um de seus maiores clássicos, Bebê, mas todo o álbum seria inesquecível, com interpretações inigualáveis de Carinhoso e Asa Branca. Isso só nas interpretações.

Ao Vivo em Montreux Jazz Festival, gravado em 1979, foi também outro marco absoluto de plena musicalidade. Não há música ruim, pode acreditar. Claro, todos os ouvidos que quiserem ouvir esse velhinho pegador de ar devem ser treinados por um pessoal mais leve, tipo Jorge Ben e Gilberto Gil em Ogum Xangô. Já no ano seguinte, em 1980, um álbum de estúdio que evidenciou o auge de uma carreira brilhante, que dura até hoje em shows internacionais com grande frequência. Aquele álbum de nome Cérebro Magnético já me impressionava por sua capa estupenda, mas ouví-lo foi uma das grandes experiências musicais que pude contemplar nos últimos tempos.

Quebra de ritmo, atonalidade e um jeito virtuose de tocar não bastam para definir Hermeto. Ele fez da música instrumental popular brasileira um objeto de adoração para o mundo inteiro. Se o maestro Heitor Villa-Lobos é o pai de nosso erudito, posso dizer sem medo de errar que Paschoal é o nosso pai do instrumental popular. Tanto um quanto o outro jamais precisaram abrir a boca para fazer com que o mundo inteiro ficasse de boca aberta.

26 de nov de 2009

Calar

Sentou-se do meu lado, enquanto eu desembrulhava uma bala.

_ Precisamos entender que a palavra constrói é nada! Ela destrói, isso sim! Acaba com o que é dado e deve ser somente dado.

Coloquei a bala na boca.

_ Ao invés de configurar, ela acaba com as realidades. A realidade está aí, mas não a vemos, porque a palavra nos impede.

A bala era horrível.

_ E ela não me entende, cara! Ela acha que meu silêncio me faz mal, que é coisa ruim dentro de mim! Mas não é, pelo contrário! Eu não digo aquilo que simplesmente não tem como dizer, simples!

Joguei a bala fora.

_ Eu sei que deve ser difícil olhar pra minha cara e ter de se conformar com...a minha cara, apenas. Mas o fato é que minha realidade precisa existir! Nem que por instantes; precisam saber que não sou feito de discurso!


A bala estava de fato, comprovadamente, estragada. Uma das experiências mais fascinantes do mundo contemporâneo.

25 de nov de 2009

Nova temporada de Hermes e Renato- Top hits

Para quem ainda não viu.










1- Emofrodita- Mamadeira de Carne




2- Artesanation- Joelhinho no queixo




3- Massacration- The Bull

Em resposta ao companheiro Luiz Mendes

Com a palavra, o Jânio de Freitas das charges brasileiras, Maurício Ricardo.


24 de nov de 2009

Coming Soon!


E PARABÉNS A TODOS OS MEUS COLEGAS DE BLOG E DE SALA QUE JÁ DERAM E AINDA DARÃO MUITO SHOW NAS BANCAS DA VIDA! VOCÊS MERECEM!

Ao companheiro Max Fischer

Na Folha de S. Paulo de hoje, Janio de Freitas fala da visita do presidente Ahmadinejad:

O visitante


Problemas personificados por Ahmadinejad dão à conversa com Lula utilidade promissora, por mais remota que seja

AS CRÍTICAS feitas a Lula por receber a visita já há meses pedida pelo presidente Ahmadinejad, sem se excluírem sequer as que fazem a associação de razões religiosas e razões políticas, são convencionais e contraditórias.
O que justifica as conversas entre os dois presidentes é aquilo mesmo que as críticas tomam como motivos para repudiar a presença de Ahmadinejad. Os encontros de dirigentes que representam países sem desacordos entre si mal passam, quando passam, de recepções festivas e congraçamentos óbvios. E, se passam, muitas vezes é para entendimentos marotos, em que o mais dotado para os negócios amarra o outro em compromissos como gastos de dezenas de bilhões com submarinos e aviões que não são os melhores nem os menos custosos, e, ainda, com ilegalidades que repassam bilhões para uma empreiteira.
Os problemas personificados por Ahmadinejad, como política do Irã e como atitude pessoal, é que dão à conversa com Lula uma utilidade promissora, por mais remota que seja. E tornada mais perceptível pelo próprio Ahmadinejad, com sua "convicção de que o presidente Lula pode ter um papel importante na intermediação" no Oriente Médio. A visita que comporta a discussão das posições iranianas e das concepções de Ahmadinejad só pode ser positiva, no mínimo por levar esse presidente fechado em seu extremismo a ouvir uma voz que, se a procura, é por lhe atribuir alguma significação.
Com o propósito de antecipar-se a Ahmadinejad, aqui esteve o presidente Shimon Peres, de Israel. Maior expressão de estadista israelense nos últimos 30 anos, e por isso mesmo sempre combatido pela direita e pelo fundamentalismo religioso em seu país, Peres esteve em recepções muito simpáticas, mas não consta que promissoras em sentido algum. Ao contrário, o único reflexo dado por Lula, de suas conversas políticas com Shimon Peres, é de contrariedade: "O presidente de Israel me disse aqui que não haveria mais assentamentos em terra palestina, e já houve".
Era referência ao fato de que, apenas 48 horas passadas da afirmação de Shimon Peres, em resposta à reiterada opinião de Lula de que assentamentos impedem até conversa de paz, o primeiro-ministro belicoso Binyamin Netanyahu autorizou novo assentamento com cerca de 1.000 moradias. Contra, inclusive, o recente acordo feito com o governo Obama. Melhor seria que aqui viesse discutir o primeiro-ministro da insensatez israelense, se dado a admitir opiniões contrárias às suas.
Nem se sabe, e não é provável que venhamos a saber, o que de fato Ahmadinejad fez questão de vir dizer, em pessoa, a Lula. Mas ajuda para agravar os tremores no Oriente Médio não há de ser, porque o Irã dela não necessitaria, nem o Brasil teria como dá-la. Ainda bem.

Isto mesmo
O ministro Carlos Ayres Britto continua explicando os seus interessantes votos no Supremo Tribunal Federal, um decidindo pelo que chama de "extraditibilidade" de Cesar Battisti, outro passando do STF para Lula a obrigação de decidir sobre a "extraditibilidade". Recorre agora o ministro a outro caso de extradição, há dois meses, do qual foi relator:
"As notas da sessão mostram como tudo que se passa agora já estava lá. O ministro Marco Aurélio perguntou se a decisão resultaria no "pedido de imediata entrega formulado pelo governo requerente". Eu respondo claramente "imediata entrega, não; imediato cumprimento do acórdão'".
Ou seja, segundo a resposta de Ayres Britto invocada pelo próprio, a decisão estava no acórdão do STF, e não transferida para o presidente da República, ao qual cabia só o seu "imediato cumprimento".
Ayres Britto invoca ainda a transcrição da palavra do colega Eros Grau naquele julgamento: "O ministro Eros Grau diz claramente: "A execução compete ao presidente'".
A execução, só. Não a decisão de executar ou desconsiderar o acórdão do STF, como votaram no caso Battisti os dois ministros. A diferença entre executar e decidir continua resistindo muito bem.

19 de nov de 2009

Uruguaios! Soltem o grito da garganta!

Guerra!

Washington Sebastian El Loco Abreu Gallo Eterno!

Celeste Imortal!

Centenário Monumental!

15 de nov de 2009

Geisy: Behind the Mask




Estas são as curvas escondidas por debaixo do vestido mais polêmico do Brasil. A opinião do autor (não necessariamente endossada pelo blog Androceu) a respeito do objeto de análise:



13 de nov de 2009

12 de nov de 2009

Relações do ontem e do hoje


Por Carlos Eduardo Massarico

Certamente a empreitada de Antonio Hohlfeldt em fazer um parâmetro histórico da enciclopédia e de suas origens necessita de uma contextualização com aquilo que de mais contemporâneo existe nessa busca do ser humano pelo registro de todo o conhecimento que acumulou durante sua História. Como ponto inicial de minha análise sobre essa relação entre a enciclopédia e a wikipedia, que se autoconsidera como a enciclopédia livre, coloco algo pessoal que jamais deixei de acreditar: ambas são instintamente distintas, desde seus marcos sociais às intenções que procuravam atingir em suas fundações.

Entendo que a enciclopédia francesa, dirigida por d'Alembert e Diderot, teve como objetivo marcar a evolução tecnológica e biológica conquistada pela humanidade, porém de um determinado ponto de vista pré-definido. Apenas certa parcela desse conhecimento é colocado como importante à uma empreitada tão audaciosa.

Para exemplificar essa situação, lembro que as ciências classificadas para compor esse projeto foram, inicialmente, filtradas por um crivo muito parcial, no qual houve um europocentrismo muito forte. As culturas classificadas como válidas para esse projeto foram, boa parte deles, vindas da sociedade europeia.

Todos nós sabemos que milhares de outras culturas das mais diversas sociedades tiveram e têm grande importância nesse aglomerado de conhecimento conquistado pela Humanidade e isso não se transfigurou na enciclopédia. Antonio Hohlfeldt não ignora esse fato e fala sobre a influência da Igreja Católica em sobrepôr interesses próprios à perspectiva dos valores considerados importantes ou não.

A ausência desse conhecimento dos povos da América Pré-colombiana é um dos mais fortes exemplos disso. Já a enciclopédia hoje mais popular daqueles que têm acesso à internet, a Wikipedia, ao menos não demonstra exercer um determinante crivo sobre seu conteúdo. Claro, mesmo que em um contexto distinto, no qual se aparenta uma liberdade de expressão muito maior que a existente no Século XVIII, esse aspecto não pode, ao meu ver, ser ignorado.

Outro ponto fundamental que distoa a Enciclopédia dessa reunião de informações compartilhadas pela Wikipedia, se define na participação social na construção do conhecimento. Nos tempos da enciclopédia colocada no papel, era muito evidente uma certa imposição do que seria certo ou errado, uma espécie de manequeísmo do conhecimento, algo que a Wikipedia não transforma em realidade. Pelo menos é o que se espera dessa interatividade.

Ao abrir espaço a qualquer um de alterar suas informações (e ser beneficiada por seu formato incompleto, ou seja, um caráter de não completude pela internet), não fica configurada essa imposição do correto. Uma frase de Darnton se encaixa bem nesse contexto, utilizada por Hohlfeldt em sua análise: Um filósofo que tentasse remarcar as fronteiras do mundo do conhecimento, mexeria com o tabu.

Dessa forma, discordo daqueles que consideram a permissidade da interatividade entre o processo de construção do conhecimento e as pessoas, através da internet no caso da Wikipedia, como um ponto negativo, que teoricamente distorceria as verdades de fatos concretos, afinal se a própria ideia de enciclopédia é o registro do conhecimento humano e sabe-se que não existe um limite para as descobertas da Humanidade, logo não deve existir parâmetros do que está certo ou errado nas informações divulgadas.

O que existe é a involuntária (ou não) distorção dos fatos já tidos como finalizados quanto ao conhecimento, como obras literárias, filosóficas ou até mesmo algumas descobertas quanto à ciência ou biologia, porém seria ingênuo afirmar que esses erros possam simplesmente não existir nas enciclopédias tradicionais, afinal seus processos de concretização (e não de construção), são sim semelhantes.

Se entendermos essas mediações (enciclopédia e wikipedia) como construções do ser humano, devemos assumir que pontos de vista foram incorporados em ambas. Não deve existir uma dicotomia de valores para julgar esses processos de alcance do conhecimento, ao menos nesse parâmetro, pois ambas possuem uma enorme carga de subjetividade em seus conteúdos.

Ao meu ver entendo que, em síntese, a enciclopédia contemporânea, a wikipedia, possui um espaço de mudança de valores muito mais importante para um aspecto de revisão do conhecimento humano que as enciclopédias tradicionais – posto que defendo a ideia de que as descobertas da Humanidades não podem ser colocadas como finalizadas. Também vejo que a participação das mais diversas culturas e de suas respectivas descobertas encontra um espaço mais livre em uma esfera como a wikipedia frente às enciclopédias, que definem seu ponto de vista desde os seus primeiros passos de construção e não no momento de sua concretização.

11 de nov de 2009

Ricardo Gomes fala da liderança no Cartão Verde

Foto: Jair Bertolucci / Divugação - TV Cultura

Treinador do São Paulo, novo líder do Brasileirão, falará sobre as dificuldades do atual tricampeão para se segurar no topo da tabela nas últimas quatro rodadas da competição

De vilão a herói. Assim pode ser descrita a história do técnico Ricardo Gomes com o São Paulo. Convidado do programa Cartão Verde desta quinta (12/11), transmitido ao vivo pela TV Cultura, às 22h, o ex-jogador substituiu justamente o experiente Muricy Ramalho, um dos grandes ídolos da torcida são-paulina e hoje principal adversário do São Paulo na luta pelo título nacional.

Há pouco menos de cinco meses, Ricardo Gomes chegou ao São Paulo como um homem de confiança de Juvenal Juvêncio e ninguém apostou em um bom trabalho do jovem treinador. Mas, restando apenas quatro rodadas para o término de um dos campeonatos mais acirrados dos últimos anos, poucos são os que se lembram das críticas do passado.

Como jogador e técnico, Ricardo teve boa parte de sua carreira ligada a clubes do exterior, principalmente da França. Revelado no Fluminense, o zagueiro foi campeão nacional em 1984 e tricampeão carioca em 1983, 1984 e 1985, o que lhe abriu as portas da Europa. Fez grandes temporadas no Benfica, mas entraria para a história do Paris-Saint Germain, clube que lhe deu o cargo de treinador na mesma temporada de sua prematura aposentadoria, aos 31 anos.

Voltaria ao Brasil apenas em 1999 para treinar o Sport Recife e passou por inúmeras equipes antes de voltar a França. Ficou marcado em 2004 pelo fracasso com a Seleção Olímpica na busca por uma das vagas para as Olimpíadas de Atenas.

Chegou ao São Paulo depois de modestas campanhas no Monaco e seu último título foi o da Copa da Liga Francesa em 2007, pelo Bordeaux, clube pelo qual chegou ao vice-campeonato nacional na temporada 2005-2006.

Cartão Verde

Pela primeira vez ao ar em março de 1993, o programa Cartão Verde passou a fazer parte do universo dos apaixonados por esporte. Apresentado atualmente por Vladir Lemos, a mesa ainda conta com o jornalista Vitor Birner, o colunista da Folha de S. Paulo, Xico Sá e o ex-jogador Sócrates. Uma rara oportunidade de se encontrar na televisão aberta uma discussão de alta qualidade sobre a maior paixão nacional, e sem merchandising.

9 de nov de 2009

espaço musical brasileiro: Nara

Certa vez comecei a devanear sobre grandes nomes da Bossa Nova. Para quem aprecia de verdade esse estilo musical absolutamente fascinante, alguns nomes surgem facilmente em mente, como os difundidos por aí como João Gilberto, Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Baden Powell, Luiz Bonfá, Carlos Lyra, Marcos Valle, Roberto Menescal, João Donato e tantos outros. Natural, foram realmente grandes nomes e talvez os mais destacados de uma música de extrema qualidade.

Mas tenho claro em minha mente que um nome não está na lista dos mais discutidos quando se fala hoje de Bossa Nova. Nara Leão não passa de uma figurante nas análises mais rasas. Conhecida apenas como a mulher que oferecia o apartamento para os encontros dos boêmios, as pessoas que se arriscam a falar da música carioca dos anos dourados costumam focar todos seus esforços nesses ícones, que certamente merecem reconhecimento, mas não todo ele.

Baixei um disco chamado Um cantinho, um violão, do ano de 1985, dividido entre Nara Leão e Roberto Menescal. Posso não ter escutado a Bossa Nova por completo e assumo isso com muito naturalidade, afinal esse riquíssimo gênero não se resume às músicas das aberturas de novelas do Manoel Carlos, mas de tudo aquilo que havia ouvido, nada me tocou mais que a voz da conhecida Musa da Bossa Nova. Aquilo que Elis foi para a MPB (atentem que na minha opinião Elis foi a mais sensacional cantora brasileira), Nara foi para a Bossa Nova.

Do mesmo jeito que Elis foi capaz de encontrar o ponto mais próximo da essência de todos os sentimentos existentes em Atrás da porta, Nara Leão traduziu o que significava de fato a Bossa Nova em sua suavidade surpreendente. Não entendo que a mitificação de músicos como João Gilberto e Tom Jobim na Bossa e Chico Buarque na MPB sejam questões de machismo. Acredito que as pessoas apenas conhecem muito pouco a voz dessa moça que, ao meu ver, fez as músicas mais singelas e fidedignas à proposta de um estilo profundamente ligado a um Rio de Janeiro maravilhoso, perfeito.

Na voz de Tim Maia no programa Ensaio da TV Cultura, conheci uma de suas músicas mais maravilhosas e que chega a ser infantil, assim como seu espírito e sentimento, chamada A Rã. Sempre recordo que uma música de Nara Leão fez de Tim Maia um cantor completamente diferente de tudo aquilo que já estamos acostumados a assistir e ouvir. Um Tim Maia que no fim de sua vida viveu aquilo que chamo de sua terceira fase, a Bossa Nova. Para quem o conhece bem, sua primeira fase foi extremamente ligada à música preta brasileira e a segunda ficou muito conhecida entre os fãs como a fase brega. Por incrível que pareça sua fase mais difundida é a brega.

Outro ponto extremamente positivo para Nara foi um álbum que tive o grande prazer em baixar. Sapo vira rei vira sapo. Na minha opinião um trabalho absolutamente estupendo e voltado para crianças. Se trata de uma história sonorizada, vendida em LP antigamente (não sei como isso foi parar na internet e melhor, consegui ainda todas as imagens da história). Esse é o nome do livro escrito pela fabulosa Ruth Rocha, com ilustrações de Walter Ono, vendido junto do discão. As músicas são Chico Buarque com Nara Leão. Um verdadeiro achado, pura sorte mesmo.

Apenas uma vez que seja, aconselho a todos vocês, caros amigos: ouçam essa voz abençoada. Nara não necessita de imagens para ser fascinante: basta ouví-la. Está entre os dez maiores cantores brasileiros certamente, ao lado claro de Chico, Simonal, Tim e tantos outros cantores fundamentais. Então fecho esse texto com duas dicas musicais: Um cantinho, um violão, de 1985 e Sapo vira rei vira sapo, de 1982. Para quem puder conhecer a fase Bossa Nova de Nara também é demais.

7 de nov de 2009

Ficha de RH: Paula Cabral Gomes

Breve perfil:

Paula Cabral Gomes nasceu em 5 de fevereiro de 1986. Pequena em tamanho, mas grande em coração (momento clichê: on), a moça já está com um pé fora da faculdade de Jornalismo com um TCC sobre um assunto delicioso: restaurantes antigos. Conquistou muito dentro da PUC, incluindo o coração de vários colegas de classe, por seu empenho, animação e por sempre dar atenção aos que precisam de uma conversa.

(Escrito por Débora Cestare)

Ficha técnica

Nome: Paula Cabral Gomes
Apelido: Paulinha, Paulete (em francês), Paulitcha, Pauleta, Paulita (em espanhol)
Idade: 23 anos, 8 meses, 25 dias e algumas horas
Nascimento: 05/02/1986 (uma semana antes do carnaval, não que isso interesse – sou aquariana de verdade)
Time: Palestra Itália, Palmeiras, Alviverde Imponente
Som: Rock ‘n’ Roll, Pop, Eletrônica, Brasileira (ex: Los Hermanos, Maria Rita, Maysa etc.), de tudo um pouco menos Calypso, Tecno Brega e Funk
Animais: cachorrinhos lindos, pequenos e pentelhos (tipo eu – sim, tenho uma pinscher chamada Atena)
Trabalho: Estou atrás de um que eu realmente ame
Drogas: Até que ver novela de vez em quando dá um barato
Um medo: Palhaços e Papais Noéis
Uma alegria: Conseguir o que eu quero
Um homem: Johnny Depp
Uma mulher: Natalie Portman
Um sonho: Ser Paula Cabral Gomes até morrer
PUC: Amor e ódio
Jornalismo: Amor e ódio
Androceu: Um orgulho
Uma memória: RAM (hahaha, na verdade sou um peixe de aquário)
Uma frase: “Keep on with the force, don’t stop ‘til get enough” (Michael Jackson)
Perfume: Kriska ou qualquer outro com essência de baunilha
Bebida: Chá mate natural
Lugar favorito: Minha cama
Posição favorita: Atacante
Religião: uma inventada por mim, sou da Igreja das Libélulas soltas na mente

Redação de admissão:

Por que quero ser do Androceu?

Desde meus cinco anos de idade, ando de bicicleta. Antes tinha rodinha, mas agora já sei assoviar sozinha. Nunca foi fácil ser baixinha, ainda mais quando se precisa falar alto para se fazer ser entendida. Adoro tubaína e cinema então, nem se fala. É sempre bom saber que tem dias que a noite é foda e que a qualquer momento posso tomar um sorvete de coco em algum lugar. Eu costumava cantar quando tomava banho, porém meus óculos são vermelhos e o cheiro é de baunilha. O Twitter é uma ferramenta incrível quando bem usada, por meio dele até Deus se comunica com seus seguidores. Mas não acredito nisso. Ter fanzine é o que há! Sou alviverde imponente e amo de paixão a feirinha da Liberdade, além de ter o sonho de andar de patins no Ibirapuera todos os finais de semana. Não tenho vícios e fui criada pelos meus avôs até os seis anos. Minha maior qualidade é escrever coisas que fazem sentido e mandar e-mails numa velocidade nunca dantes vista. Tenho a sensação de ter vivido no reino de Arthur, de ter sido uma sacerdotisa de Avalon, mas isso durará até o livro acabar, depois posso me transformar numa elfa que conhece Smeagol ou numa bruxinha de sangue-ruim filha de trouxas. Ainda não aprendi a jogar videogame. Guitar Hero só no easy e perco jogando tênis no Wii com minha prima de sete anos. Lorem. Manter quatro blogs não é fácil, por isso que três estão abandonados, oras. Alguns dizem que tenho login em todas as coisas que a internet oferece, mas é mentira. Não me cadastrei para receber o newsletter da Igreja Universal do Reino de Deus. Aliás, queria abrir uma igreja para não pagar imposto e essas coisas. Sinto falta do Los Hermanos e queria ver um show do Silverchair e do Slipknot. Ainda bem que os Backstreet Boys e o Damien Rice já vieram para o Brasil. Graças aos deuses! Quem sabe um dia não aprenda latim e possa conversar com aqueles que morreram. Posso solicitar a ajuda de Chico Xavier (ah, ele já se foi!) e da Zíbia Gaspareto. Melhor falar com o Paulo Coelho, ele que manja. Ipsum. Hoje é dia de faxina, mas nunca limpo direito. A poeira é mais forte que o ser humano e sempre me vence. As pombas também dominarão o mundo, junto com as canetas BIC. O Michael Jackson morreu e todos já sabem disso. Beat it é a melhor... Você sabia que os elefantes rolam na lama para se refrescar? Se eu fizesse isso ninguém ficaria muito tempo ao meu lado, por mais que eu estivesse fresca e sem calor. O Gineceu não deu certo porque muita mulher junta não rola. Vira caso de vida ou morte, por mais que ninguém tenha matado ninguém ainda. Pelo menos na PUC-SP não, na USP é diferente. To falando de matar amigos e não os pais, é bom reforçar. “Nem toda feiticeira é corcunda / Nem toda brasileira é bunda / Meu peito não é de silicone / Sou mais macho que muito homem”. Deu vontade de cantar essa música da Maria Rita. Chama-se Pagu! Falando nisso, tem uma exposição em algum lugar sobre ela e o Oswald. Não posso perder! Na verdade, posso, mas se eu falar assim, quando eu perceber que acabou ficarei chateada. Só arranjei mais um motivo para me odiar. Não mandei vídeo para o CQC. Minhas piadinhas são “boas” demais e eu não tenho jeito para stand-up comediante. Sempre fico “ocupada” no MSN para não ficar subindo aquelas janelinhas chatas e fazendo aquele barulhinho irritante. O do ICQ era melhor. Poxa, esqueci o número do meu. Será que alguém ainda usa? Amizade é o que há de melhor nessa vida! Não preciso pagar a fatura no final do mês. Até que escrever num estilo semi Saramago foi divertido. Parágrafo para quê? Melhor ver como andam os restaurantes mais antigos de São Paulo. Eita pega! O sapo não lava o pé! Não lava porque não quer! Mas se ele mora lá na lagoa e não lava o pé porque não quer, tem um chulé! Amet. Odeio o politicamente correto. Ninguém é assim! Eu sou uma fraude! Falo inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, japonês, chinês, miguxês fluente e um pouquinho da língua dos anjos e das fadas. Sei mexer no Windows e Paint, porém não jogo mais paciência. Sou aquariana e ansiosa para caramba e me dou bem com meu perfeccionismo. Roxo é lindo! Acho que passei dos 140 caracteres. Ups... Minha mãe sempre quis que eu fosse alguém na vida, que me reconhecessem na rua, me chamassem pelo nome, e minha oportunidade chegou. Chama eu, Androceu!
Beijomeliga
Paulinha Cabral Gomes

Ficha de RH: André Cintra

Breve Perfil:

“André Cintra é uma pessoa dupla devido as diferentes perspectivas pelas quais é conhecido. O que o deixa de mal-humor? Palmeiras. De bom-humor? Palmeiras. Se ele pudesse nadar em uma piscina, seria uma piscina de coca-cola. Se ele fosse meia laranja, Juju seria a outra metade. Se o ano fosse 2006, ele tomaria no café da manhã sete colheres de Nescau, mas como estamos em 2009, ele toma sete colheres de Toddy
O jovem não se importa com nada, apenas com o Palmeiras e Juju. Se perguntassem ao André o que ele levaria para uma ilha deserta, ele diria: Juju, jujuba e coca-cola. Isso porque tendo jujuba e coca-cola ele estaria bem alimentado e tendo Juju ele estaria feliz, e tendo Juju haveria alguém com quem conversar sobre o Palmeiras.
Quem quisesse conhecer bem o André, morreria querendo. Quem quisesse conhecer o não-André, poderia entrar em seu blog ou então digitar no Google “A bunda” de Chico Buarque e leria sobre coisas que supostamente são André.
Mas biologias, escatologias e gostos à parte. O André pode ser definido em uma palavra. O André é um cuzão. E como todo grande buraco negro, tudo nele pode ser engolido e modificado em um instante. Afinal, não é só o Nescau que é efêmero.”

(Retirado do perfil escrito por Mariana Osone)

Ficha técnica:

Nome: André
Apelido: Rodolphinho, Harolldinho e John Lemon.
Idade: 23 anos
Nascimento: 26/04/1987
Time: Palmeiras, Palestra, Inter.
Animais: Sobre cães, posso falar de meu amigo e finado Cafu, e de Wolvi e Logan que me fazem companhias aos finais de semana. Sobre gatos, tem meu Jaiminho, que tem um defeito nas patas traseiras, o Lulu e a Fatinha, que sumiram. O Cacildo, que tem o rabo quebrado.
Trabalho: É para os pobres. Felizmente, meu pai é rico e não preciso disso.
Drogas: São a cara do Max
Um medo: Cair no vão do metrô.
Uma alegria: Palmeiras 3 x 0 Corinthians (Obina, Obina e Obina).
Um homem: Valdívia, Bruno Aleixo, meu sobrinho Guillermo e meu cachorro Cafu.
Uma mulher: Juliana.
PUC: É a cara do Max.
Jornalismo: É a cara do Max.
Androceu: É a cara do Max.
Uma memória: Eu me lembro de quando tinha 5 anos e planejei como passaria as tardes do ano seguinte, quando seria velho demais para ter tempo para pensar no que fazer.
Uma frase: "Se sua careca não brilha, não tente roubar a minha!" Ewerton Clides
Bebida: Coca-Cola.
Lugar favorito: Santos.
Posição favorita: Meio-campo.
Religião: Católica.

Redação de admissão:

Por que eu quero entrar no Androceu

Eu sempre quis fazer parte de um blog composto por homens inteligentes, criativos, bem humorados e donos de ótimo texto. Mas um convite de um blog desse tipo ainda não veio, por isso vejo com bons olhos a possibilidade de entrar no Androceu. Pode ser o primeiro passo.
Mas não é só por isso. Pelo menos não deveria ser, já que é minha obrigação prestigiar algo que meus colegas de sala, em especial o Max, se esmeram tanto em fazer. É pelo Max que começarei a enumerar meus motivos. E é por isso que eles serão os últimos motivos – por serem relativos o Max. E também por serem relativos ao Max, desculpem a repetição, é que serão os primeiros. Espero que me entendam – seria horrível começar minha participação no blog com redundâncias.
O sétimo motivo que me leva a entrar neste blog é poder falar sempre do Corinthians quando o Max não quiser ouvir. Para quem não sabe, o Max não fala comigo quando o Corinthians perde do Palmeiras, quando o Corinthians perde do Náutico, do Fluminense, do Santos, do Mogi Mirim, do Barueri, do Bahia, e de todos aqueles times que o Corinthians e o Max se habituaram a jogar na segunda divisão.
O sexto motivo é para poder me comunicar com o Max pela internet. Ele me bloqueou no MSN em outubro do ano passado e até hoje não desbloqueou – não sei se ele esqueceu, ou se ainda está virtualmente bravo comigo.
O quinto motivo é bastante interesseiro. Ter a minha imagem associada a algo que é do Max pode me levar longe. Tenho certeza que a partir de agora terei a chance de conseguir os melhores estágios não remunerados em assessoria de imprensa de todo o mercado paulistano!
Mas não convém falar só do Max. Além de deixar os outros meninos enciumados, o próprio Max poderá se deixar levar pelos elogios, e não é prudente embebedar o Max de elogios. (Está vendo, Max? É por isso que nunca te elogiei.)
O quarto motivo que me aproxima do Androceu é que pude constatar, depois de algumas pesquisas, que o Renê não faz parte do blog. E isso pode me ser muito útil, já que não haverá a chance de textos meus serem retirados do ar por alguém da minha idade. Já passei isso por uma vez, e minha auto-estima reclama até hoje.
O terceiro motivo é geográfico. Na geografia do design deste blog, percebo que os blogs próprios de gente que não faz parte do Androceu ficam em posição menos privilegiada do que os blogs daqueles que fazem parte. E como entra muita gente neste espaço, uma simples modificação como esta será capaz de levar milhares de pessoas ao meu blog Eu não sou virgem, Maria!
O segundo motivo é que ocuparei meu tempo depois de sair de meu estágio. Entrando no Androceu, espero nunca mais ouvir de ninguém que eu estou desempregado ou desocupado. Se alguém me chamar assim a partir de agora, eu posso responder com a seguinte palavra: invejoso.
O primeiro motivo, rapaz, é que fiquei absolutamente encantado após ver meu nome escrito, embora no plural, em um blog de tamanha repercussão. A minha mãe está com um sorriso diferente até agora, e ela jura que dessa vez não é cárie!
Eu teria outros motivos, mas minha soberba não me permite contar. Espero que tenha sido claro o bastante, caso contrário, você que leia duas vezes.

Agradecidamente,
André Cintra

30 de out de 2009

PUC é multada pela 2ª vez por fumo no câmpus

Instituição tem de pagar R$ 1.585 e pode ser fechada na próxima vez

Sexta, 30 de Outubro de 2009, 00h00
Fernanda Aranda
Estado de S. Paulo

A Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) foi multada pela segunda vez por descumprir a lei antifumo. Ontem, em comunicado oficial feito pela reitoria da instituição a todos os alunos matriculados, a pró-reitoria da unidade solicitou colaboração dos estudantes já que, entre as sanções previstas pela legislação paulista, a unidade da zona oeste da capital paulista pode ser fechada, caso reincida pela terceira vez. A reportagem do Estado não conseguiu contato com a Assessoria de Imprensa da PUC nem com representantes da universidade na noite de ontem. Mas no site da Divisão de Comunicação Institucional da universidade, no dia 7 de outubro, foram postadas informações sobre a primeira infração, flagrada no dia 18 de setembro por fiscais do Procon. No texto foi explicado que a PUC-SP foi multada em R$ 792,50 após agentes terem flagrado pessoas fumando no câmpus Monte Alegre na frente das salas 109, 222-E, 316 e 502 do Prédio Novo. "A maioria dos fumantes respeita a lei. A universidade pagou o preço da falta de cidadania de alguns integrantes da comunidade. A responsabilidade de zelar para que nossa universidade não fique vulnerável a novas sanções é de todos", afirmou ao portal Hélio Deliberador, pró-reitor de Cultura e Relações Comunitárias.Pelas regras estaduais em vigência há mais de dois meses no Estado de São Paulo, o estabelecimento que permitir o fumo ou o fumódromo em espaço interno e fechado é penalizado em R$ 792, valor que dobra no segundo flagrante e pode render suspensão de atividades por 48 horas na terceira infração. A partir da quarta vez, a interdição é por até 30 dias. Estudantes da PUC informaram que o último comunicado da reitoria foi feito ontem por e-mail. Além de ressaltar a ameaça de fechamento da universidade, a pró-reitoria de Cultura e Relações Comunitárias informou que o "serviço Médico da PUC-SP está à disposição para aqueles que pretendam deixar de fumar, para auxiliá-los e orientá-los nessa difícil tarefa de largar o vício". Assim que a lei antifumo passou a vigorar em SP, a PUC informou que iria repassar o valor da multa ao estudante identificado como infrator das normas. A Universidade de São Paulo (USP) também adotou discurso semelhante.Segundo balanço divulgado no início do mês pelas secretarias estaduais de Saúde e Justiça - responsáveis pela fiscalização da legislação, as lanchonetes são os tipos de estabelecimentos que mais aparecem entre os multados - 51 das 145 multas aplicadas. Porém, entre as queixas feitas ao disque-denúncia, as universidades ganham destaque. Englobam 11% das queixas; as casas noturnas respondem por 8%.

fonte: http://m.estadao.com.br/noticias/impresso,puc-e-multada-pela-2-vez-por-fumo-no-campus,458751.htm

29 de out de 2009

Coluna Social: Novidades do Androceu

E o concurso para a seleção de dois novos integrantes ao Blog Androceu está simplesmente bombando. Boatos já indicam que o conglomerado já recebeu inscrições de mais de 30 países diferentes e como Max Fischer está meio com preguiça de fazer uso de seu inglês fluente, apenas dois exames já foram analisados. André Cintra, velho conhecido do mundo online por seu blog de expressão mundial Eu Não Sou Virgem, Maria, pode surgir como uma das novidades. Seria uma contratação de grande peso.

A chegada de André teria sido facilitada pela amizade que tem com um dos integrantes não-fundadores do Blog, Carlos Massarico, o que teria gerado grandes polêmicas quanto a desvio de verbas da Editora Androceu, da qual o sorocabano é editor-chefe. Os manda chuvas da TV Androceu, Alan Mariasch, e do Androzine, Max Fischer, não declararam nada a respeito até o momento do fechamento dessa nota.

Paula Cabral Gomes também está muito bem cotada. Conhecida no meio blogueiro através de um conjunto poderoso de blogs (todos da Editora Zinequanon e ligados a um dos fanzines mais lidos do país, que leva o mesmo nome da editora), a pequena notável deve ser a primeira integrante mulher de uma corporação ligada à FODA (Federation Organization of Declaration Association). Carlos Massarico declarou que não se trata de uma jogada de marketing. "A Paulinha já é uma velha conhecida de nós androcêuticos e possui grande experiência em blogs e fanzines, nossas atuais frentes de ações principais. Se ela for mesmo contratada deve vir para nos auxiliar nesses processos, sem sombras de dúvidas. Mas não há nada fechado."

A decisão dos novos integrantes deve ocorrer no mês de novembro, apesar de que os integrantes do blog estão quase falidos pelos processos de edição e construção do TCC. "O silêncio legitima a barbárie de um panóptico materialmente não discrepante à revelação das patologias oníricas", finaliza Carlitos.

27 de out de 2009

Separados no nascimento (3)

Gargamel, dos Smurfs





Ricardo Gomes, técnico do São Paulo






Ou seria o contrário (3)?

26 de out de 2009

Separados no nascimento (2)

George Harrison
Damon Hill


Ou seria o contrário (2)?

25 de out de 2009

Next target: World Domination

In recent weeks, I attended a remarkable expansion Blog Androceu around the world. Our battalion of elite, composed of great warriors, is already very close to the conquest of Europe. In total there were 14 European countries that fell into our cunning trap.

In the Middle East we had dominated a country that was once dominated by the United States: Iran. Speaking of the United States, have long time since they were put back, as well Mexico and Canada (it is the end for NAFTA). Costa Rica and Trinidad and Tobago were easy targets for our group. In South America, the Chilean and the poor Argentines were humiliated. Only Uruguay and Paraguay have not yet been conquered, but it is only a matter of time.

In the east, we have at our command the most powerful Asians: Japan, and Taiwan. It remains now to find space in Oceania and Africa. Our warriors will easily master the power of words in these wonderful continents.

Our mission, dear foreign visitors, is just about peace. We're very proud and honored that people from the entire world come to visit us. But I believe that, unfortunately, you just fell here by mistake. Be welcome and know that we desire the Spottacio Entity released around the world.

For all you guys: Sambá, Caiperiña, Moolata e Futból

Message of FODA
(Federation Organization of Declaration Association)

22 de out de 2009

Entrevista: Fabinho Geléia, o traficante.

Em um ato de ousadia e coragem, a reportagem do Blog Androceu estabeleceu contato com um dos mais sanguinários traficantes do Rio de Janeiro. Conhecido pela frieza com que manda executar integrantes de facções rivais a sua, de nome "Taturana F-7", e apontado pela própria mãe como "um menino dos mais mal-criados", Fabinho "Geléia" concedeu rápida entrevista ao blog, na qual discorreu sobre a cultura do morro, o problema das drogas e corrupção.

Blog Androceu: Seu tempo é curto?
Geléia: Estreitíssimo.
BA: Por que?
G: Só nos corre...
BA: Cansa muito né?
G: Tem uns momento relax.
BA: O que você faz quando não está trabalhando?
G: Solto uns pipa.
BA: Lembrar dos tempos de olheiro?
G: Bate uma nostalgia à vera.
BA: E a família, tem tempo pro filhão?
G: Garoto firmeza!
BA: Lula é cuzão?
G: De boa ele.
BA: Mas e os ladrões de Brasília?
G: Cuzão, véio.
BA: Cuzão, né?
G: Tudo cuzão!
BA: Tudo nóia mesmo?
G: Vixi, matar tudo lá.
BA: Cuzão, então?
G: Cuzão, sem dúvida!
BA: Joga bola?
G: Chuto umas cabeça aí (risos).
BA: Rio 2016?
G: Prefiro o mengão.
BA: Topa jogo rápido pra fechar?
G: Canta aí, véio!
BA: Uma palavra.
G: cú.
BA: Um perfume.
G: álcool.
BA: Bebida.
G: Fanta gelada.
BA: Um sonho.
G: Menino crescendo com os pipa no alto.
BA: Som.
G: Demorô uns funkão fudido!
BA: Mulher.
G: Com bunda larga.
BA: Drogas.
G: Dollar...
BA: Rio de Janeiro.
G: Só cuzão.
BA: Religião.
G: Budista.
BA: Uma frase.
G: X-9 é tudo pau no cú que tem que morrer no microondas.

Espaço para a inscrição dos candidatos às novas vagas

Boa tarde. A todos os interessados nessas vagas (algo que não deve acontecer por muitas décadas), aproveitem agora! Max enfim encontrou um horário em sua agenda para realizar as entrevistas. Mas mandem os comentários nos próximos 5 minutos para garantir essa promoção super-especial da Andromania. As inscrições só irão durar 15 minutos e os comentários são totalmente gratuitos.
Mande djá sua inscrição!

20 de out de 2009

Acabando com o esputacho

CONVITE

No próximo dia 4 de novembro, horário ainda a ser definido, estarão dando um fim ao Trabalho de Conclusão de Curso este quase jornalista que escreve e sua fiel companheira de pesquisa, Elisangela F. Silva.
O título do livreto é Telerrealidade - o cotidiano editado e a banca avaliadora será composta pelos jornalistas José Arbex Jr., Eugênio Bucci e Marcos Cripa. A presença do jornaleiro Ricardo Sampaio, que possui uma banca de jornais próxima à casa de um dos autores do trabalho, ainda não foi confirmada.

Após a apresentação, seguida de calorosa discussão teórico-epistemológica, os anfitriões levarão seus convidados para apreciar dose da mais requintada pinga do bar do Paraty.

Contamos com a presença silenciosa de todos que, mal-e-mal, se interessam por jornalismo, televisão, telejornalismo, pornografia e anticoncepcionais.



Um abraço,


Bruno de Pierro.

16 de out de 2009

Musa da semana: Paloma Tocci


É com muita alegria que anunciamos o retorno da seção "Musa da semana" ao nosso blog.
A escolhida dessa vez é a jornalista esportiva Paloma Tocci. Ela tem 27 anos e trabalha na Band.

15 de out de 2009

Edital: 2 Vagas Abertas no Blog Androceu!




A comissão executiva do Blog Androceu neste município de São Paulo, estado de São Paulo, convoca: 1 - os membros de Jornalismo PUC-SP 2006-2010; 2 - os jornalistas de qualquer canto do mundo sem emprego e no município; 3 - os Andrés Cintras e Paulas Cabrais, a participarem dos processos seletivos para (2) nova(s) vaga(s) neste mesmo Blog. Nos próximos meses, em qualquer horário e neste post deliberem sobre a seguinte ordem:


A – entrevista de emprego com Max

B – escolha dos 2 novos integrantes do Blog Androceu

C – flocos em cima do quatorze do rei da poltrona



São Paulo, quinze de outubro de 2009.





A gente se vê no aspirador

A Gerência

13 de out de 2009

3º Troféu Ombudsman Carlitos - Prévias


Muito boa noite a todos os leitores do Blog Androceu. Esta noite temos a cerimônia dos indicados ao 3º Troféu Ombudsman Carlitos. Recheada de polêmicas no ano passado, esse ano não está inscrito o candidato Carlos Eduardo Massarico, que teve seus trabalhos impugnados pelo Superior Tribunal Androcêutico, graças às acusações de que o membro da Câmara Androcêutica teria abafado o caso da CPI dos Comentários Estranhos Dados Apenas aos Textos Mais Bizarros do Max.

As categorias desse ano serão: Mais postagens, Mais comentários, Melhor vídeo, Melhor imagem, Melhor postagem, Melhor projeto e Furo do ano. São muitas categorias que agora serão marcadas todos os anos. Os vencedores, a partir desse ano, estão convidados para a cerimônia de entrega dos troféus, concedidos gentilmente pelo nosso grande parceiro, a taubaína Vedete. Ainda não se decidiu o local da cerimônia.

Vamos aos indicados, que já podem torcer para que seus projetos sejam contemplados pela premiação máxima dos integrantes do Blog. Todos concorrem na categoria mais postagens e mais comentários, melhor postagem e melhor texto do ano, exceto Carlos Eduardo Massarico, o Ombudsman. Já nos outros quesitos do ano, houve uma seleção dos candidatos. Confiram logo abaixo os candidatos e os trabalhos:

Melhor postagem
- Obina é melhor que o André Lima e o Souza (Luiz)
- C'est la vie (João)
- Punheteira Niquelada (Mario)
- Androceu Futsal Clube – Wikipedia, a enciclopédia livre (Alan)
- Caso Amendoim: peritos não descartam que Bruno tenha tentado suicídio (Bruno)
- Nosso fã-clube (Thomas)
- A vida é uma Bósnia (Gustavo)
- E que Deus abençoe a todos (Otávio)
- Enquanto o texto que presta não é escrito... (Max)

Melhor vídeo
- Memórias de um Windows não muito distante (Max)
- O Ministério da Saúde adverte (Alan)
- Aula de fonoaudiologia! (Thomas)
- Orgia! (Bruno)

Melhor imagem
- Éisshxtra (João)
- Nosso fã-clube (Thomas)
- Enquanto o texto que presta não é escrito... (Max)
- androceu 2009 (Bruno)

Melhor projeto
- A vida é uma Bósnia (Gustavo)
- Lapa à Lapa (Max)
- Ensaio: Chicago (Bruno)
- O homem que abriu mão da Copa de 70 (João)

Furo do ano
- Henrique Meireles será o próximo presidente do Palmeiras (Luiz)
- Jornalistas da PUC vencem advogados da São Francisco em amistoso (Alan)
- Time divulga os 50 melhores sites do momento (Max)
- Bruno de Pierro morre após engasgar em São Paulo (Bruno)

Daqui aproximadamente um mês teremos um post com os vencedores do Troféu Ombudsman Carlitos 2009. Torçam e comentem acerca de opiniões sobre os novos métodos de escolha dos melhores do ano. Dessa vez, sem polêmicas, logo mais sem graça, mas enfim...

João, seu viadinho

Agora fiquei obcecado por capas do Meia Hora, esse jornal meio Tarantino

9 de out de 2009

Éisshxtra



Nada mal essa capa do carioquíssimo e popularzão Jornal Extra:



(retirado do blog do Juca Kfouri)


É claro que, em quesito capa estrambólica, ninguém ganha do Meia Hora. Procurem por "capa meia hora" no google imagens e vocês verão a clássica "Luana não tem mais (foto do Dado Dollabella) em casa", e também coisas como "PM sacode Cidade de Deus e pega espada do He-Man" e "Ma-ma-mataram o ga-ga-gaguinho"...

8 de out de 2009

3 de out de 2009

Rio dois mil e dezesseis



Em 2016, vou realizar meu sonho: pintar meu carro de amarelo e ir morar no Rio

Se eu fosse jornalista esportivo, seria contra Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil. Quer dizer, se eu fosse um daqueles jornalistas esportivos fodões mesmo, que cobrem in loco esse tipo de evento. Convenhamos, o Rio é um lugar muito bacana e tudo mais, mas não é sempre que você pode ir pra Chicago, Tóquio ou Madrid com a grana da firma. Qualquer reporterzinho de campo mequetrefe da Rádio Itatiaia vira-e-mexe vai pro RJ cobrir um Botafogo x Atlético Mineiro(ou vai nas férias mesmo, já que Minas não tem praia). Agora, qualé a vantagem, pra mim, suposto jornalista esportivo fodão, de ir cobrir um jogo de Copa em Curitiba ou as Olimpíada no Rio? É mais ou menos como se esses coisas grandiosas acontecessem em Monte Alto ou Orlândia.

Além do mais, Olimpíada é um troço chato pra cacete, e acho que não sou o único a pensar assim. Até onde sei, brasileiro só gosta e se importa com futebol. Bem, mas se querem comemorar, à vontade; depois agüenta a disputa da medalha de bronze de Badminton – que espero que aconteça depois do almoço e com narração do Cléber Machado, vai ser da ora pra tirar uma siesta.



2 de out de 2009

Enquanto o texto que presta não é escrito...

O blog Androceu manda os parabéns à Cidade Maravilhosa pela conquista do direito de sediar os jogos de 2016. E aproveita para mandar o aviso: Pode gelar a cerveja, pois estamos voltando...

28 de set de 2009

Orlando Silva na Dinamarca e no Roda Viva


Charge: Paulo Caruso / Foto: Jair Bertolucci (TV Cultura)

Discurso de político. Orlando Silva esteve próximo de parecer um candidato no Roda Viva desta segunda-feira, mas o programa que tinha tudo para esclarecer medidas do país nas Olimpíadas 2016, acabou sendo importante para entender o que será do Brasil na Copa 2014. Na sexta o Rio pode se efetivar como sede dos Jogos Olímpicos, mas todos sabemos que é de futebol que o povo gosta, é futebol que o povo quer.

Orlando foi bem claro ao afirmar que o Governo não pagará construção ou reforma dos estádios para a Copa, apesar de que algumas Confederações já se declararam fracas para bancar esse tipo de reforma. Adendo do Carlitos: na hora de se candidatar, todo mundo quer, na hora de pagar o preço, todo mundo foge. Clássico ato de politicagem brasileira. "Futebol no Brasil tem força própria para bancar a Copa", disse o Ministro. Eu discordo completamente. Ele ainda declarou que a opção dada pelo Governo foi a de um financiamento junto ao BNDES. Adendo do Carlitos: será que ele acha mesmo que os clubes um dia irão pagar? Nem IPTU eles pagam! Desse jeito, teremos logo, logo a Lotomania 2: A missão.

O Ministro também foi cutucado no assunto Pan: cadê o dinheiro? Diz ele que está tudo documentado, mas o Silvio Luiz não acreditou nisso não. Aliás o narrador de tantas décadas foi o que mais cutucou Orlando. Perguntou ele algo do tipo: e no fim das contas, eu vou ter que pagar a conta? Orlando escapou pela tangente e blasfemou a palavra investimento a todo momento. Todos sabemos que no Brasil o investimento é mais alto que o retorno, ou seja, não é investimento e sim gastos.

Ele também falou sobre as medidas do Governo naquilo que realmente dever ser visto como meta quando se pensa em Esporte: investimento nas escolas e Universidades. Mas como é de costume, o papo é sempre de muita espuma para pouco chopp. Como eu sempre digo: os políticos sempre costumam saber e dizer tudo o que se deve ser feito, mas nunca dizem como ou quando o farão. Alguém da bancada levantou a bola: "Mas o orçamento aumentou tanto nos últimos anos para o Esporte." Como desculpa: "Cresceu o orçamento, mas não a estrutura".

Agora, alguém realmente acredita que bilhões de dinheiros não vão vazar dos canos de uma casa chamada Planejamento Prévio? Óbvio que a história será a mesma: seis meses da Copa, tudo nas coxas, investe bilhões e resolve o problema. A gente esquece os bilhões que já haviam sido investidos e muita pizza pra galera. Dois anos mais tarde, caso Rio seja a cidade-sede dos Jogos Olímpicos, mais uma fatia grande desse saboroso prato para políticos e pilantras filhos da puta, e mais que amargo para o povo sofrido.

25 de set de 2009

Androceu 20.000!

Woofer: o anti-Twitter


Prolixos do mundo, uni-vos! Não foi com essa frase, mas deve ter sido algo muito parecido que um funcionário da LLC Company, uma pequena empresa localizada na capital americana, definiu seu novo projeto. Fundada no começo de 2005, a empresa ianque tem o hábito de incentivar seus funcionários a gastarem parte de sua sexta-feira em projetos próprios com o intuito de transformarem a Internet em um lugar mais divertido.
Foi assim que nasceu o Woofer, o primo desconhecido do Twitter. Os dois “primos” apesar de perguntaram “o que você está fazendo agora?”, possuem uma diferença fundamental: enquanto o Twitter oferece, no máximo, 140 caracteres, o Woofer obriga seus usuários escrevem posts com, no mínimo, 1400 caracteres.
E haja texto para tanto espaço! Acostumados a escreverem textos curtos para o Twitter, os brasileiros ainda sofrem para se adaptar a nova mídia. Tanto que o mais comum é uma postagem em torno de 300 caracteres e para atingir a meta mínima ou se repete a postagem por várias e várias vezes ou adicionando uma música qualquer.

Então, Bruno e companhia limitada, não se esqueça, quando você quiser analisar ou escrever algo mais sério e fazer todos os seus seguidores do Twitter saberem é só postar no Woofer (http://woofertime.com/) e linkar no Twitter depois.

Curiosamente, esse texto não poderia ter sido publicado no Woofer, já que possui apenas 1348 toques.

Outra curiosidade é o Squeaker, outro site free da LLC. O sistema também é baseado no Twitter, mas dessa vez você possui somente 14 caracteres para dizer ao mundo o que você está fazendo.