23 de dez de 2009

Z/L News: Maior papai noel do país está na Mooca!


ho, ho, ho... cazzo

Não só está na Mooca, como, melhor ainda, na frente do cervejazul!


O dono do local e os músicos que costumam se apresentar por lá estão com a previsão de 0% no aumento dos frequentadores, já que o lugar vai ficar fechado nas festas de final de ano.

20 de dez de 2009

Feliz Natal, seus nerds!




É Natal mais uma vez, época de paz, alegria, união e daquele seu tio bêbado enchendo seu saco na hora da ceia. Saiba como nasceu essa celebração que une os homens em fraternidade e manguaça ao redor do globo, contada pelo Fantasma Cibernético do Natal Passado:

"Há milhares de anos, antes do aparecimento do homem como nós conhecemos, havia o senhor Papai de Noel. Uma macaca com cara de bicha barbuda que fazia brinquedos vagabundos e inúteis com ossos de dinossauros e sobras de comida e atirava em criaturas parecidas com chimpanzés com mão cagadas de cocô. Um bando de pederastas com mãos peludas. E esses supostos brinquedos eram enterrados como bruxas, e cagavam neles. E eram jogados em predadores que eram acordados pelos gritos insuportáveis dos mais novos. Foi um natal de merda aquele ano, porque teve gente que morreu pra dedéu.

Uma raça hostil de gnomos do planeta vermelho aterrisou na Terra coberta de gelo e foi imediatamente escravizada pelo não-evoluído Papai Macaco e obrigada a fazer seus brinquedos confusos usando a tecnologia galática de gnomos. Uma viadagem qualquer que inventaram lá. Os brinquedos passaram a ter uma forma conhecidos e receberam nomes como: trem.

Mas esses brinquedos também eram jogados em predadores, e cagavam neles, porque eram uns merdas. O natal continuava, com o perdão da má palavra, uma grande bosta. Há milhares de anos o gelo havia tornado a Terra inavegével.

O Papai Macaco não sabia o que era pólo norte. Como é que ia saber? Burro pra cacete. Ele nasceu antes da ciência existir. Então, na cagada, ele montou sua oficina aqui. Muito antes de se sindicalizarem. E o Natal era comemorado a cada lua cheia, diante da imagem da bichona, o grande Macaco Vermelho."

14 de dez de 2009

Um brinde à falta de transparência da FUVEST

Na última terça-feira (8/12), recebi com felicidade a notícia de que a nota de corte do curso de medicina havia caído para 74 pontos – em 2008, o corte foi 77. Felicidade porque minha irmã, que acertou 72 questões no vestibular realizado no último mês de novembro, conseguiria a vaga para disputar a segunda fase do concorrido curso de medicina da USP.

Antes que alguém estranhe minha matemática, devo esclarecer que além dos 72 pontos (ou questões) conseguidos, minha irmã teria acrescido 6% em sua nota por ter estudado o ensino médio inteiro numa escola pública, e mais alguns pontos devido a seu desempenho no Programa de Avaliação Seriada da Universidade de São Paulo (Pasusp), em 2008. Descontado o bônus do Pasusp, que eu confesso não saber calcular, minha irmã alcançaria 76,32 pontos, suficientes para a realização da segunda fase.

Acontece que a Fuvest divulgou nesta segunda-feira (14/12) a lista com os nomes dos aprovados para a segunda fase do vestibular, que vai acontecer na primeira semana de janeiro de 2010. Para minha surpresa e desolamento de minha mãe, o nome de minha irmã não estava lá.

Tenho algumas pistas para o ocorrido. 1) Minha irmã pode ter passado as questões erradas para o gabarito. 2) Ela pode ter se enganado na correção da prova. Estou consciente de que algo do tipo pode ter acontecido.

Contudo, salta aos olhos uma atitude no mínimo estranha da Fuvest, que é o fato de não liberarem os pontos atingidos na primeira fase. É uma falta de transparência e respeito ao vestibulando sem igual. Eu não teria dúvidas da lisura do vestibular caso pudesse encontrar no site da fundação um link com o desempenho individual de minha irmã, mostrando quantas questões ela acertou oficialmente e por quantos pontos ela ficou de ir para a segunda fase.

Não bastasse o processo desumano do vestibular, em especial para um curso de medicina, e a brutal desigualdade entre aqueles que têm condições financeiras para pagar um colégio privado e aqueles que têm como consolo a precariedade de uma escola pública – um processo no qual gente com condição de pagar universidades toma o lugar de quem só poderia estudar numa instituição pública como a USP – vemos numa situação em que o maior vestibular do país flerta com o obscurantismo e a falta de transparência.

É simplesmente lamentável.

Deixo este texto como forma de protesto à estrutura do vestibular da USP e a todos os outros vestibulares, que insistem em reproduzir a lógica capitalista, o darwinismo social descarado, o esquizofrênico conceito de meritocracia presentes nos vestibulares Brasil afora. Protesto, em especial, contra a falta de transparência da Fuvest.

Declaro aqui minha desconfiança. A lisura do vestibular está sob suspeita. Desfazer esta desconfiança me parece simples. Basta a Fuvest liberar o desempenho de cada estudantes no vestibular. Terão coragem? Ou existe alguma maracutaia engendrada para favorecer alguém?

Como cidadão, exijo transparência!

No frigir dos ovos, meu voto é pelo fim dos vestibulares!

13 de dez de 2009

EM NOVA FASE, MASP DIALOGA COM GRAFITE E EXPÕE ARTE DE RUA

Fora do espaço de onde costumam partir - as ruas -, mas de maneira alguma distantes do ambiente urbano, as obras que compõem a exposição “De dentro para Fora, De Fora para Dentro” parecem não pertencer a lugar algum especificamente. Quando expostos no subsolo do Masp (Museu de Arte de São Paulo), os grafites “lá de fora” encontram outros suportes para sobreviverem “dentro” do espaço do museu.

Mostrar que o “grafiteiro” que utiliza o contexto urbano como suporte para seu trabalho é, também, o artista que expõe telas e instalações dentro dos limites de um museu, é o principal mote da exposição. Aproximadamente 1500 m2 da galeria subterrânea do Masp foram tomados por obras de Ramon Martins, Titi Freak, Carlos Dias, Stephan Doitschinoff, Zezão e Daniel Melim, cujas referências se relacionam com a cultura pop, o hip hop, o punk etc. Livres do rótulo de “grafiteiros”, os artistas mostram que, tanto o espaço público das cidades, quanto as galerias de arte, são ambientes capazes de receber novas formas de intervenção artística.

Em entrevista à reportagem do Androceu, Baixo Ribeiro, dono da galeria Choque Cultural – representante dos seis artistas – e um dos curadores da exposição, afirmou que muitos críticos de arte ainda não entendem a proposta e acabam reduzindo a exposição a “grafiteiros no Masp”. “Fazer grafite é trabalhar na cidade, no espaço público, mas o artista usa o suporte que quiser”. E em “De Dentro para Fora...” o que ocorre é isto mesmo. O contexto urbano acaba não entrando no museu, mas sim o artista e sua arte. “O nosso interesse foi recepcionar o público com um trabalho novo, envolvente, porém é uma exposição de pintura, quase crua, mas com muita emoção”, explica Baixo.

A falta de artifícios, no entanto, permite com que as obras ganhem uma autonomia com relação ao espaço que as abriga. Segundo baixo, a música foi descartada, pois com ela as pessoas tendem a se sensibilizar facilmente, diferente da pintura, que é “mais sofisticada e sugestiva”. Exemplos são os painéis de Ramon Martins, com referências ao psicodelismo. Em um deles, a pintura “vaza” do mural e escorre pelo chão, manchando com inúmeras cores o cimento do pavilhão. Já Stephan Doitschinoff usa o spray para opor o sagrado e o profano, em uma instalação que dificilmente veríamos na rua.

Mas, após o último dia de exposição, os grandes painéis, cerca de 17, serão apagados, intencionalmente. De acordo com os curadores, a efemeridade desses trabalhos é justamente para fazer com que as pessoas visitem a exposição. “Só a presença permite ao visitante sentir o que o artista fez, como em um show ao vivo”, afirma Baixo.

Serviço

DE DENTRO PARA FORA, DE FORA PARA DENTRO


Onde: Masp – Museu de Arte de São Paulo (av. Paulista, 1.578, telefone: (11) 3251-5644) Quanto: 15 reais (meia: 7 reais)
Quando: de ter. a dom., das 11h às 18h, e qui., das 11h às 20h; até 5/2

11 de dez de 2009

Meu Samba da Benção ou Carta ao Androceu 09

Tenho muito orgulho de meus amigos de PUC com os quais convivi nos últimos quatro anos. Tenho mais orgulho ainda da sorte que tive em encontrar pessoas que fossem, acima de qualquer outra virtude, humanas. Lamento apenas não ter conhecido cada um deles da mesma forma que conheci outros tantos que vieram a se tornar meus colegas por tanto tempo, pessoas com as quais estive durante praticamente todos os dias até hoje. Temo me distanciar desses seres comédias e inteligentes que como eu serão jornalistas e que, a maioria deles sem dúvida, estão meio perdidões sem saber para onde correr.

No final, vai ficar tudo bem. Todo mundo um dia se ajeita, quanto a isso não tenho dúvidas. Na impossibilidade de falar sobre todos, falo sobre esses que compuseram um Blog que significou muito mais que apenas um local para postar textos. Esse Androceu, que é apenas um pontinho praticamente inexistente fora de nossos domínios puquianos, significou muito para todos nós. Não uso o passado para mais uma de minhas piadas “nostradamianas” sobre seu fim, mas fico tranquilo ao dizer que com o final da faculdade tudo será diferente por aqui. Isso não é algo ruim de se imaginar, afinal ele foi criado pela nossa união na Universidade, com o final dela talvez haja mesmo um sentimento de que ele será jogado para escanteio frente a nossas responsabilidades. Mas aproveito esse espaço para pregar (pela primeira vez, assumo, mas dessa vez falando sério) uma perspectiva otimista sobre a relação que talvez tenhamos daqui em diante.

Quando me mudei para São Paulo e estive distante de minhas raízes sorocabanas, percebi, refleti sobre minhas origens, pela primeira vez ser sorocabano era algo exótico. Esse reflexão me levou a valorizar muito as nostalgias de meu passado, a valorizar tudo aquilo que abdiquei para apostar em um sonho de ser alguém além dos limites de minha cidade. Sinto que essa ligação pode acontecer com nós e espero sinceramente que ela não seja ligada apenas à figura deste Blog Androceu. Amigos que na PUC encontrei serão figuras que para mim não morrerão com o final da faculdade: espero que exatamente com o fim dela, nossas relações sejam estreitadas.

Daqui em diante poderemos seguir carreiras fantásticas, vejo que todos provaram nos TCC's que algo que não falta é talento e criatividade. O Alan, analisando em ordem alfabética, fez um trabalho extremamente racional e certeiro, próximo do perfeccionismo que estamos acostumados a ver nele. Um trabalho muito bom, inegavelmente. O Bruno dispensa comentários, afinal só o Eugênio e o Arbex estavam em sua banca e disseram que era uma tese de mestrado (parabéns também a Eli, que isso fique claro, óbvio). O Gustavo fez uma viagem para a Bósnia para também fazer um trabalho que levou 10 e não foi à toa (estou curiosíssimo para lê-lo, Guss). O Joãozinho e o Marião provaram de fato que a PUC faz a diferença e fizeram um documentário fantástico, o qual tive o prazer de assistir pessoalmente (às vezes parece pouco para nós que fazemos, mas para quem assiste foi um trabalho riquíssimo de todos os pontos de vista, formidável como disse E. Suplicy). O Luiz foi com a cara e a coragem para pegar a estrada com um caminhoneiro e também escrever um trabalho maravilhoso, que me desperta muita curiosidade – a pauta também foi muito boa). O Max fez um dos vídeos mais engraçados que assisti na minha vida, uma criatividade que merece aplausos (não se preocupe, ami-go, se o Wainer é um chato e não gosta de humor de qualidade aliado a um programa super leve – você, ao lado da Renata, ficarão ricos um dia com um programa desses). Eu fui o primeiro a quebrar a invencibilidade de 10 aí da turma, mal aí pessoal). E por fim o Tavião, que também teve coragem de sobra para falar sobre um tema que é mal visto na PUC pelo conservadorismo imbecil de alguns sujeitos (e chamar o Darth Walter pra banca foi a atitude mais roots e androcêutica da História – merece 10 com louvor).

Não me esquecerei também de André e Paulinha, membros novos aos quais peço um Samba da Benção e um parabéns imenso (criatividade aliada a coragem e qualidade – trabalhos de primeira). Enfim, o que quero dizer com tudo isso é que não devemos nos perder, pessoal. Conseguimos manter uma amizade que não é qualquer um que consegue não. Amadurecemos todos e conseguimos unir nossas forças para fazer um curso que ultrapassou as barreiras do aspecto técnico: nos ajudamos para nos fazermos jornalistas. Isso não há boleto que pague. Desejo que todos se deem muito bem, encham o cu de dinheiro ou simplesmente façam aquilo que lhes dê prazer nessa profissão tão cheia de leques e tão escassa em oportunidades. Que nós não percamos o contato e façamos pelo menos uma reuniãozinha mensal para colocarmos o papo em dia. Que a formatura signifique apenas a primeira das festas que iremos fazer juntos. Enfim, Saravá para todos.

Eu por exemplo, o capitão do mato, Carlos Massarico
Poeta e diplomata, o jornalista mais PUC do Brasil
Na linha direta de São Guimarães Max, saravá!
A benção, André Cintra,
o mais criativo e inovador dos jornalistas jovens que conheço
A benção, Alan Mariasch,
tu que cuidaste dos conflitos esquecidos da África
A benção, Bruno de Pierro,
gênio contemporâneo e candidato a Habermas brasileiro
A benção, Gustavo Silva,
guerreiro bósnio que há de vibrar guitarras e jornais
A benção, João Caldeira,
menino parceiro de risadas, cigarros e de todos os momentos
A benção, Luiz Mendes,
politicamente incorreto na inteligência mais sublime da política
A benção, Mario Bucci,
sabe-tudo no melhor sentido que brilha muito na San Fran
A benção, Max Fischer,
Guimarães, mito eterno da Comfil, parceiro e amigo querido
A benção, Otávio Silvares,
capitão do mato como eu que desbrava a capital
A benção, Thomas Pacheco,
companheiro de bares, jogos e parceiro cem por cento
Ó minha PUC de todos os santos
Inclusive meu São Bento
Saravá! A benção que vou partir
Eu vou ter que dizer adeus...

Porque o Carlitos nasceu lá como Ombudsman
E se hoje ele é puquiano na poesia,
Ele é androcêutico demais no coração.

Porque o Androceu é pobreza que balança
E a pobreza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais pobre não!

Uma idéia na cabeça e uma câmera na mão

Uma singela homenagem a todos os que, assim como eu, fizeram seu tcc em vídeo.

9 de dez de 2009

Morre o apresentador e ex-deputado Luiz Carlos Alborghetti

Apresentador morreu em casa, de acordo com assessor.
Velório deve ocorrer na Assembleia Legislativa do Paraná.



09/12/09 - 16h04 - Atualizado em 09/12/09 - 16h35
Do G1, em São Paulo

Morreu nesta quarta-feira (9) o apresentador e ex-deputado estadual paranaense Luiz Carlos Alborghetti, informou o assessor Ricardo Alexandre Mianes. De acordo com ele, Alborghetti estava com câncer de pulmão e morreu em casa, em Curitiba, por volta das 13h.



O apresentador do extinto programa policial "Cadeia", da CNT, descobriu a doença em março e, logo depois, começou o tratamento. Segundo o assessor, ele tinha 64 anos, nasceu em Andradina (SP) e morava há 22 na capital paranaense. Depois de ficar internado em hospitais de Curitiba, ele passou a receber acompanhamento médico em sua residência. Alborghetti morava com a esposa, Maria Auxiliadora, e uma filha.



Alborghetti foi deputado estadual por 16 anos, além de vereador por cinco anos na cidade de Londrina. Alborghetti foi apresentador por 30 anos de programas de rádio, na TV e na internet. Trabalhou nas emissoras CNT e na RIP TV, afiliada da Rede Record. Até iniciar o tratamento da doença, em março deste ano, ele apresentava um programa na Rádio Colombo.



O apresentador de programas policiais ficou famoso por frases polêmicas, como "Cadeia neles!", "Tá no colo do capeta", quando se referia a morte de criminosos, ou ainda "bandido bom é bandido morto".



Alborghetti foi um dos responsáveis por lançar o apresentador Carlos Massa, o Ratinho, que trabalhava como um dos repórteres policiais do programa "Cadeia". A assessoria de Ratinho divulgou um comunicado sobre a morte. "A grande obra do Alborghetti em vida foi a assistência social e o que fica é o grande número de pessoas que ele ajudou através dos seus programas de TV e rádio."



Polêmico

Há cerca de dois anos, Alborghetti apresentava o programa “Cadeia Alborghetti”, de segunda a sexta, na Rádio Colombo. Segundo Rosaldo Pereira, editor de jornalismo da rádio, Alborghetti se afastou do trabalho há alguns meses para se dedicar ao tratamento.



Segundo Pereira, em outubro, os dois conversaram, e o radialista afirmou que logo voltaria ao trabalho e que estava bem. “Era uma pessoa maravilhosa, muito alegre, bem disposto. Se alguém estava chateado ele cutucava, brincava. Uma alma maravilhosa.”

“Ele fez o que tinha que fazer na época dele, com os termos que usava, os palavrões que falava, tentava expressar o que sentia no momento. É uma perda muito grande.”



fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,MUL1409247-7084,00-MORRE+O+APRESENTADOR+E+EXDEPUTADO+LUIZ+CARLOS+ALBORGHETTI.html

5 de dez de 2009

Como o ..... pede uma cerveja.

"Um país não pode ser um país de verdade senão tiver ao menos uma cerveja e uma empresa aérea. Ajuda se tiver uma equipe do futebol, ou armas nucleares, mas o mais importante é a cerveja."
Frank Zappa


Image a cena. Você está fazendo uma reportagem em Budapeste e quer tomar uma cerveja. A menos que você tenha sorte de achar algum garçon que entenda inglês você terá que pedir na língua do lugar. Pensando nisso selecionamos a frase mais dita entre jornalistas com menos de 30 anos ao redor do mundo em várias línguas: "Garçon, uma cerveja, por favor".

Com a ajuda de @priscilaplo

Africâner: A beer, ah-suh-bleef!
Alemão: Un beer, ahls-yer-bleeft!
Alemão: Ein Bier, bitte!
Árabe: Waheed beera, meen fadleek!
Basco: Garagardo bat, mesedez!
Bengali: Eka handoiya, doya koray!
Búlgaro Edna beerra, molya!
Catalão: Una cervesa, si us plau!
Checo: Pee-vo, pro-seem!
Cheyenne (língua dos índios norte-americano): Nok hee-sevo-tamah-peh, mas-eh-met-ah-no!
Chinês: Ching gay woh ee bay pee joh!
Coreiano : Mayk-joo hahn-jahn, joo-se-yoh!
Croata: Yed-no pee-vo, mo-lim!
Curdo: Dan min yek bire!
Egípcio: Wekha henqet!
Esloveno: Eno pee-vo, pro-seem!
Espanhol: Una cerveza, por favor!
Esperanto: Unu bieron, mi petas!
Finlandês: O-loot moolek kee-tos!
Francês Une bière, s'il vous plait!
Grego: Mee-a beer-a paraka-loh!
Húngaro: Edj pohar shurt kayrek!
Inglês americano: Brewski here, please!
Irlandês: Byohr awoyn, lyeh doh hull!
Italiano: Una birra, per favore!
Japonês: Bee-ru ip-pon, ku-da-sai!
Lakota (Sioux) Wan-jee m'nee-pee-gah, ee-yo-kee-pee!
Lituano Pra-shau vie-na, al-lows!
Noroegues: Ehn url, tahk!
Português: Uma cerveja, por favor!
Romano antigo (vai saber...): Oh beh-reh ver rohg!
Turco: Beer beer-ah, luht-fen!

3 de dez de 2009

Quatro anos depois

Ninguém melhor que Galvão Bueno para narrar esse momento de nossas vidas.
A faculdade acabou.