9 de fev de 2010

Ficha de RH: Débora Cestare

Breve perfil:

Débora Cestare é a segunda moçoila a entrar para o clube. Roqueira de alto nível e que pode escrever tudo sobre bandas que você nem ouviu falar: mas um dia vai. Guitarrista que dá de dez em muito marmanjo metido a Guitar Hero. Vai revolucionar a história do Androceu.

(Escrito por Carlos Massarico)


Ficha técnica:

Nome: Débora


Apelido: Dé, Débi, Dedé, Débis, Dézinha, Débinha, Débrinha, Déborinha, Deborinchen (em alemão) ou qualquer outro derivado inventado


Idade: 23 anos, com carinha de 15 e espírito de 50


Nascimento: 20 de outubro de 1986


Time: no Brasil: Corinthians; lá fora: Inter de Milão


Som: rock, blues, jazz e música clássica


Animais: respeito a uma certa distância


Trabalho: não dignifica o homem, mata o homem


Drogas: chocolate


Um medo: bichos que voam, palhaços, fenômenos naturais, de altura – ou seja, sou uma covardona


Uma alegria: terminar a faculdade


Um homem: Jerry Cantrell


Uma mulher: Angelina Jolie


Um sonho: viver de música (tá mais pra utopia do que sonho)


PUC: quatro anos de aprendizados, não necessariamente em sala de aula


Jornalismo: uma grande dúvida


Androceu: um grupo de pessoas divertidas e inteligentes que marcaram uma era


Uma memória: está em formação ainda: os shows da Black Jack (sem puxa-saquismo)


Uma frase: “I’m the last of my kind still standing” – Alice In Chains


Perfume: Rock N’ Rose


Bebida: água


Lugar favorito: minha casa


Posição favorita: no futebol: lateral direita; no basquete: armadora; no vôlei: líbero


Religião: católica


Redação de admissão:


Dez (bons) motivos pelos quais eu não precisaria escrever um texto de admissão para o Androceu


1 – Por ser um blog criado por colegas e a colegas não negamos oportunidades.

2 – Eu nunca pedi texto de admissão para quem queria fazer parte dos meus grupos.

3 – O Luiz e o Carlos não passaram pelo processo seletivo e entraram para o blog mesmo assim.

4 – O interesse é do Androceu, pois desde quando uma colaboração do meu nível faz mal?

5 – Sempre fui muito amiga dos androcêuticos.

6 – Sinto que praticamente já faço parte do grupo, afinal, quem sempre estava no meio dos meninos todas as manhãs?

7 – Estou gastando tempo escrevendo texto de admissão, enquanto poderia começar a produzir para o blog.

8 – Preciso ocupar meu tempo livre com alguma coisa produtiva, como por exemplo, escrever para um blog.

9 – Se vai exigir redação, o Androceu deveria mudar de nome para Androfuvest ou Fuvestceu e acrescentar algumas questões de múltipla escolha.

10 – Porque se os androcêuticos não me quisessem no blog, não teriam pedido para eu escrever um texto de admissão.

Um comentário:

carlitos disse...

"Trabalho: não dignifica o homem, mata o homem"

Por mim, contratadíssima.