7 de nov. de 2007

Um montão de Arbex!

Saiba como os Arbex chegaram no Brasil...



Editorial – Liberdade de expressão e máscaras

A liberdade de expressão, sobretudo nas questões públicas é o suporte vital de qualquer democracia. Assim, geralmente as democracias têm muitas vozes exprimindo idéias e opiniões diferentes e até contrárias, mas o resultado disso sempre é positivo e ajuda na emancipação do povo.
O BLOG ANDROCEU sempre defendeu a liberdade de expressão, tanto de seus colunistas como de seus leitores, e não foram poucas as vezes que ambos, colunistas e leitores, entraram em conflito devido a essa liberdade sem demarcação.
E eis que surge um novo “comentário bomba”. O problema é que o comentário, dessa vez, feriu a honra de um dos nossos estimados colaboradores e pior: ficou anônimo.
Seria como se você levasse um soco nas costas, olhasse para trás e não encontra ninguém.
Mas não comemore a vitória ainda Sr.Anônimo. Podemos demorar um dia, uma semana, um mês ou um ano, mas no final a verdade sempre aparece. E vai ser muito engraçado ver a sua cara quando a sua máscara cair.
A Constituição do Brasil é clara: “é livre a manifestação de pensamento, sendo vedado o anonimato.”
Porém, a internet não tem limites territoriais. Ela não é brasileira. Ela não é de ninguém. Como ficamos, então?

5 de nov. de 2007

Chabal, L´Animal

É com muito orgulho que apresento aos leitores do blog a figura deste homem. Sébastien Chabal tem 29 anos e nasceu na França. Ele é o Ronaldinho Gaúcho do rúgbi moderno: tem 1,92 de altura e pesa 117kg. Suas medidas aparentemente obesas fazem dele um mito num esporte em que a força física é decisiva.
E era apostando nesse craque, apelidado carinhosamente de "o animal" (L´animal) que a seleção francesa sonhava em vencer a Copa do mundo 2007 de rúgbi, realizada no país.
Para o desespero francês, o time foi eliminado na semifinal pela Argentina. Chabal ficou gravemente ferido na batalha daquela partida. No primeiro vídeo abaixo, vemos o momento em que o jogador argentino praticamente quebra a coluna de Chabal em duas partes. No vídeo seguinte, vemos sua felicidade com a derrota numa entrevista coletiva.





Androtrash - Spider Man 4

4 de nov. de 2007

2007 - Uma Epopéia Muito Louca (?)



-Ah, é... E aquela viagem lá, ein?

Assunto sem graça, criado em cima da hora só pra disfarçar. Foi a estratégia da garota, quem nem era lá essas coisas, para entrar no começo de uma fila cujo final desestimulava qualquer procura. Mas não tava nem aí. O Timão já tinha ganhado o seu jogo, as estrelas estavam lá no céu como se fossem um veto divino à chuva, e o Hot Chip já estava no palco. “Bem vinda ao TIM Festival”. Devia ter falado isso, com um enorme sorriso sarcástico, só pra cutucar e me sentir ainda mais feliz.

Foram uns 20, 30 minutos na espera pra entrar na tal Arena Skol. A experiência era nova – não a de ir ao Estacionamento do Anhembi pra ver um show e muito menos o de esperar em fila, mas sim a de encarar as pessoas que estavam lá. Por maior que seja meu ecletismo musical, eventos desse naipe para mim quase sempre foram locais de um monte de gente cabeluda, vestida de preto e com cara de mal – ou de nerd frustrado -, geralmente feia pra diabo - o que nem chega a se configurar como ofensa, já que o coisa-ruim é ídolo de uma parcela não desprezível. Pois é, shows de rock são isso ai.

Mas ali, ah... O Fred e o Brição passaram o tempo montando seleções e seleções das melhores do mundo. Garotas insanamente belas, cheirosas, todas merecedoras da camisa 10 passavam a todo o momento buscando o fim da fila, mas fominhas à beça, nenhuma dava bola. Não que eu me preocupasse. Rapaz de família e comprometido que sou, fiquei pasmando e curtindo meu tédio – sim, o show do Hot Chip tava rolando e eu tava ouvindo tudo do lado de fora, mas isso não dizia nada. Acho que, na verdade, só o Iggor Cavalera (esse mesmo que você está pensando) fazia questão de assistir às duas bandas (O Spank Rock tinha finalizado seu show há pouco tempo). Azar o dele.

Tá, sem radicalismos. Não vou criticar as preferências do ex-baterista e atual DJ do tal Mix Hell, e também condenar o show do Hot Chip, que não foi de todo o mal. Lá dentro os graves dançantes do grupo britânico estavam funcionando bem até, melhor do que eu esperava. Mas o que realmente valeu foi ver um monte de gente sem o menor pudor (e capacidade) arriscar umas dancinhas aqui e ali. Os movimentos iam desde simples passinhos desinibidos com as mãozinhas para cima até simulações de uma lacraia (não a/o dançarino/a) pós-inseticida. Curioso.

Curioso também foi o fato do Hot Chip ter parado sua apresentação no meio. Ninguém entendeu lhufas na hora – e agora também. Uma ‘pane no sistema de som do palco’ foi o primeiro fato ‘apurado’ (aspas exponenciais, por favor) para justificar os 20 minutos de silêncio, que depois acabou virando, sem muita convicção, ‘uma pausa para separar as duas partes do espetáculo’. Prefiro acreditar na primeira versão, só pra não desejar que um novo recorde de surra-de-pau-mole seja estabelecido e os ingleses comecem a se vangloriar disso.

Gustavo Silva esta oficialmente, a partir de agora, cadastrado nas Olimpíadas Androcêuticas. Por conta disso, ira dividir sua saga no TIM Festival em vários pedaços, buscando a tão desejada medalha de ouro no final do mês.


Finalmente: meu curta!

Fiz esse filme com dois amigos: o Otto e o Dudu. Eu não apareço, mas ajudei na direção e na edição. Já é um clássico. Chama-se Traçou minha cachorra. É o seguinte: dois caras, Velmes e Donato, vão tirar satisfação com um fulano ai que, segundo eles, comeu a cachorra de estimação dos dois amigos... Só. O que??? Queria mais? Pô, é um curta, né!? Mas tem uma puta reflexão nisso ai, sobre nossa sociedade pós-moderna, simulacros, etc...melhor que isso, só Michel Gondry!




1 de nov. de 2007

Juliana Paes e o Zé Ruela

Que o Rio de Janeiro é o local escolhido por várias belezas naturais como residência não é mistério para ninguém. Ou melhor, é um mistério tão grande que ninguém consegue entender o porquê diabos a Perfeição gastou tanto tempo pelos lados da Tijuca e esqueceu do resto do mundo.
E como o belo atraí o belo, nada mais justo que uma das mulheres mais belas escolher uma das mais belas praias para o seu banho de sol das três da tarde.



Juliana Paes, madrinha da Viradouro desse ano, tomava seu solzinho e bebia uma cerveja com algumas amigas na areia da Tijuca e resolveu tomar um banho de mar e mostrar suas curvas esculturais para os sortudos que passavam pelo calçadão.


O que a mulher mais desejada do Brasil não sabia e que aquele banho teria conseqüências nunca dantes imaginadas. Após sair de uma onda, Juliana teve seu lazer interrompido por um fã.

Com cara de poucos amigos perguntou o que ele queria. O fluminense passou a mão em seu rosto e pediu um beijo da musa, que não gostou nadinha da brincadeira. O fã continua a insistir, mas Juliana deu um drible no inconveniente e disparou em direção a sua barraca, onde sua segurança armada com fuzis AR-48 já se preparava para atirar no execrado.



Em entrevista a filial carioca do BLOG ANDROCEU, a atriz foi muito cordial com nosso repórter e declarou, entre risos, que o tiete falava coisas desconectas como “xoxota” e “viva o Caribe” e "SPM".

Juliana ainda declarou que continuará a morar no Rio de Janeiro, mesmo com a atual peste de filhos de sociólogos frustrados que invadiram a Cidade Maravilhosa, mas cogita uma mudança para outra cidade magnífica: a City Lapa